15
SEX
16
SAB
17
DOM
18
SEG
19
TER
20
QUA
21
QUI
22
SEX
23
SAB
24
DOM
25
SEG
26
TER
27
QUA
28
QUI
29
SEX
30
SAB
1
DOM
2
SEG
3
TER
4
QUA
5
QUI
6
SEX
7
SAB
8
DOM
9
SEG
10
TER
11
QUA
12
QUI
13
SEX
14
SAB
15
DOM

A pequena caminhada para os grandes palcos | AMA #3

24 de Janeiro, 2015 ArtigosJohnnyA

Partilhar no Facebook Partilhar no Google+ Partilhar no Twitter Partilhar no Tumblr

Merriweather Post Pavilion - Um universo à distância de um disco

Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon (1973) | Máquina do Tempo #2
AMA - a melhor alternativa

“Lálálá e não sei o quê, Backfire”


Estavam estes jovens no início deste projeto, fechados numa garagem, a tirar prazer de um “Lálálá e não sei o quê, Backfire”, num ritmo que nos aluga o cérebro e por lá fica a viver em tempo indeterminado. E estavam bem! Segundo consta, a praticar uma alimentação equilibrada e a dormir a horas devidas, sempre que possível. Um dia, abriram o portão da garagem para ensaiar e por lá passou a fada da música, personagem da qual pouco se sabe, apenas que tem um gosto muito semelhante ao da Ana Malhoa para escolher roupa, que os levou ao patamar seguinte.

Se calhar as coisas não aconteceram desta forma, mas o que é certo é que são um projeto recente com origem em Coimbra e que contou com alguma ajuda de pessoas influentes do panorama musical. Pessoas com muito bom gosto, sublinhe-se. Se quisermos, foram as fadas mágicas, se bem que com muito melhor gosto para vestir e sem nunca usar a frase “Tá turbinada, tá toda turbinada!”

“Um carrossel onde nos apetece curtir de todas as formas”


E ainda bem que foram descobertos ou se deixaram descobrir e que lançaram um EP de quatro faixas de seu nome “R”, onde se destaca Backfire e Redefine. Os meus parabéns aos The Walks pelo excelente resultado musical, que faz lembrar um carrossel onde nos apetece curtir de todas as formas possíveis: saltar ao pé-coxinho, abanar o pescoço como se fossemos uma girafa à porrada ou em movimentos serpenteantes numa espécie de foxtrot esquizofrênico, entre outros.

the walks

A dimensão foi sendo ganha. Tocaram no Alive, onde desejamos – eu e a própria banda – que regressem, mas desta vez ao palco principal. Atravessaram a fronteira e foram a Espanha ensinar às Las Ketchup como se faz música. Que aproveitem este balão que enche e que os tem no epicentro para chegarem a todas as partes do planeta: aos monges no Tibete, aos esquimós, aos surfistas do Hawai e àquele nosso vizinho que coloca o dedo no nariz e pensa que ninguém o está a ver. Que levem também este evoluído rock de garagem com soul e ritmo a terras de sua majestade, de onde alguém pensou que de lá eram.

“Por cantarem na língua de Steven Gerrard”


Aperceberam-se, os próprios, a determinado momento que algumas pessoas pensavam que The Walks eram uma banda inglesa, por cantarem na língua de Steven Gerrard, por terem um som maduro e uma boa produção associada. Pois bem, sirs. Quando forem cabeças de cartaz do Glastonbury, estou a aceitar convites. Até lá, podem vir ensaiar para a minha garagem.
por
em Artigos

A pequena caminhada para os grandes palcos | AMA #3
Queres receber novidades?
Comentários
http://www.MOTORdoctor.PT
Contactos
WAV | 2019
Facebook WAV Twitter WAV Youtube WAV Flickr WAV RSS WAV
Queres receber novidades?