24
SEG
25
TER
26
QUA
27
QUI
28
SEX
29
SAB
30
DOM
1
SEG
2
TER
3
QUA
4
QUI
5
SEX
6
SAB
7
DOM
8
SEG
9
TER
10
QUA
11
QUI
12
SEX
13
SAB
14
DOM
15
SEG
16
TER
17
QUA
18
QUI
19
SEX
20
SAB
21
DOM
22
SEG
23
TER
24
QUA

Milhões de Festa 2018: 5 discos a ter em conta

05 de Setembro, 2018 ArtigosJorge Alves

Partilhar no Facebook Partilhar no Google+ Partilhar no Twitter Partilhar no Tumblr

Desertfest Belgium 2018: 5 new records not to miss

Vodafone Paredes de Coura 2018: Antevisão
Este ano, o Milhões de Festa trocou o habitual mês de Julho pela primeira semana de Setembro, mas, mesmo com a mudança de datas, o espírito de descoberta (ou de redescoberta, em certos casos) e o sentimento de diversão desenfreada continuam a fazer parte do ADN do festival minhoto. Como forma de aguçar o apetite para o que aí vem, selecionamos cinco discos de cinco artistas que vão marcar presença no evento, esperando assim proporcionar uma entusiasmante e enriquecedora exploração musical. Vemo-nos em Barcelos!

 

Scúru Fitchádu -  Scúru Fitchádu

A produção nacional desde sempre que esteve presente no Milhões de Festa, e a edição de 2018 mantém viva essa louvável tradição. No meio de todos os artistas portugueses que vão apresentar a sua arte no Parque Fluvial de Barcelos, um dos que mais se destaca é Scúru Fitchádu, o atual projeto do produtor Sette Sujidade. Misturando a garra do punk com o sabor exótico do funaná, música típica de Cabo Verde, o que daqui sai é um som irreverente, selvagem, tão vanguardista como tradicional; acima de tudo, um som original e inconfundível, o claro e genuíno resultado das vivências do seu criador. Ao vivo a festa será tão divertida como pujante, tão vibrante quanto visceral. Como preparação, nada melhor do que absorver a riqueza sonora do EP de estreia.



 

Gazelle Twin - Unflesh

Um dos concertos a não perder nesta edição do Milhões é do Gazelle Twin, o excitante projeto da talentosa produtora e compositora Elizabeth Bernholz. Em vésperas de lançar um novo disco, recordamos neste artigo uma obra que a confirmou como um dos nomes a ter em conta no universo mais experimental da música alternativa contemporânea. “Unflesh”, lançado em 2014, é uma experiência auditiva tão soberba quanto bizarra, onde a voz de Elizabeth - ora limpa, ora severamente processada ao ponto de soar verdadeiramente demoníaca - convive com batidas tão negras quanto pulsantes, construindo-se aqui uma eletrónica simultaneamente avant-garde e estranhamente dançável, com letras socialmente conscientes onde Elizabeth levanta questões pertinentes sobre o mundo que a rodeia.



 

Circle - Terminal

O prolífero colectivo finlandês Circle pode ser ainda desconhecido para muitos, mas é uma fonte inesgotável de criatividade (mais de 50 discos no currículo!) e um exemplo perfeito de ecletismo sem fronteiras. Na sua música escutam-se elementos de jazz, krautrock, metal, psicadelismo e tudo o que a banda desejar explorar, criando uma fórmula explosiva e imprevisível e promovendo, desta forma, o conceito defendido pelo Milhões, onde diversos estilos também se misturam no mesmo cartaz ao longo de quatro dias de pura e despretensiosa descoberta musical. Terminal, de 2017, é a mais recente viagem do dinâmico grupo por inúmeras paisagens sonoras, um disco para ser escutado com mente aberta e ouvidos atentos. A experiência será desafiante, mas menos do que isso não seria totalmente gratificante.



 

WWWater - La Falaise

WWWater é Charlotte Adigéry, belga dona de um currículo inegavelmente sólido (que inclui colaborações com os Soulwax e explorações em nome próprio) e que agora se lança sob o referido pseudónimo onde constrói uma eletrónica minimalista recheada de sensibilidade pop. O produto final é tão deliciosamente etéreo como irresistivelmente dançável, e La Falaise funciona como cartão de visita para o esplêndido universo de uma das mais promissoras artistas da atualidade.



 

Electric Wizard - Dopethrone

O Milhões também se faz de regressos, e a nostalgia é ainda mais forte para muitos quando envolve guitarras. Depois de terem passado pelo festival na já mítica edição de 2010, os Electric Wizard regressam ao mesmo recinto para o voltarem a cobrir de poderosas e negras camadas de doom metal.  De forma a entrar lentamente no estado de espírito adequado para testemunhar tamanha avalanche de riffs, recordemos Dopethrone, obra essencial na discografia do grupo britânico onde o peso angustiante das demolidoras guitarras é a força motriz de uma densa atmosfera sonora.

por
em Artigos

Milhões de Festa 2018: 5 discos a ter em conta
Queres receber novidades?
Comentários
http://www.MOTORdoctor.PT
Contactos
WAV | 2018
Facebook WAV Twitter WAV Youtube WAV Flickr WAV RSS WAV
Queres receber novidades?