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Musica no Cinema - Joy Division

10 de Maio, 2014 ArtigosJoaoSimoes

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Segundas Crónicas - Drops fora de horas

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Destaque


Uma pequena grande jornada!


 

Joy Division, também conhecidos inicialmente por Warsaw, foram uma banda que se formou em meados dos anos 70 em Salford (Manchester). Originalmente formados por: Ian Curtis como vocalista e de vez em quando com uma guitarra ao pescoço, Bernard Summer guitarrista e teclista, Peter Hook como baixista e segunda voz, e por fim Stephen Morris como baterista e também flexível por outro qualquer tipo de percussão.


A jornada desta banda inicia-se, com uma leve estrutura do típico punk-rock britânico, tendo sido rapidamente adaptada, adicionando um pitada maravilhosa da sonoridade do rock psicadélico. Desenvolvendo assim, a origem do post-punk que tanto os caracteriza ainda nos dias de hoje. Joy Division ficaram marcados na história da música, por diversos eventos irreverentes. E um dos mais importantes, é indubitavelmente, o facto de serem uma das poucas bandas pioneiras a correrem uma veia mais experimental, neste género pelos anos setenta.


Mas bem, não estou aqui para vos mostrar quem foram os Joy Division, pois creio que grande parte dos nossos leitores, saibam quem eles são. Estou aqui para vos apresentar, dois elementos da arte cinematográfica, que se tornaram incontornáveis, não só para os grandes fãs da banda, mas também para aqueles que querem iniciar a sua viagem musical na essência e culto dos Joy Division.


Em 2007, apenas com espaço de quatro meses, foram lançados dois brilhantes filmes que contam e retratam de uma forma sublime esta banda excepcional!


Em maio desse ano, Anton Corbijn (realizador) em parceria com Matt Greenhalgh (escritor), adaptaram o livro “Touching From a Distance”, que por sua vez foi escrito por Deborah Curtis (Mulher de Ian Curtis), dando origem ao filme biográfico: “Control”. Este, foca-se mais na vida do vocalista Ian Curtis, e do seu progresso como indivíduo e artista, do que verdadeiramente na Banda. Alguns dos factos não estão contados de forma cronologicamente correta, nem todos os eventos fazem a sua aparição no enredo. Contudo, retrata com grande realismo, as grandes dificuldades que Ian passou como artista, e sobretudo como ser-humano. Demonstra, como todos os problemas que envolvem a sua vida artística, tem consequências devastadoras para ele como individuo e para as pessoas que o rodeiam de uma forma mais próxima. Não me querendo alargar muito mais, deixo apenas uma salva de palmas, à representação prestada por Sam Riley, que captou de forma genial toda a essência de Ian Curtis. Desde o físico, à voz, ao estado depressivo/melancólico, às danças características de palco, até às fatídicas consequências da epilepsia pela qual Ian passou.


 

DVD cover

 

Pelos finais de 2007, mais precisamente em Setembro, Grant Gee (realizador) e Jon Savage (escritor), dão génese a um fantástico documentário, intitulado por "JOY DIVISION", com tudo aquilo que é necessário para os descrever. Mesmo com pouco vídeo gravado, com pouca documentação (entrevistas por exemplo), esta equipa conseguiu fazer um bom trabalho de investigação a juntar todas a peças, e por fim transmitindo-o como um puzzle completo ao público. As entrevistas atuais com os ex-membros da banda, intercaladas com antigas filmagens, tornam a construção documentaria mais real e precisa. Muitos o consideram apenas mais um documentário, outros tantos o consideram uma peça incontornável. Deixo-vos a recomendação como algo “incontornável”, no entanto o veredicto final deverá ser considerado por vocês.


 

documentario cover

 

É provável que com este artigo esteja a deixar de lado outras obras brilhantes que possam existir, acabando por referir apenas duas. No entanto, ficam aqui dois registos suficientes para um bom início para quem pretende conhecer um pouco mais a fundo quem foram os Joy Division.


Concluindo, se consideram que estas obras não fazem jus à qualidade da banda, quais seriam as vossas recomendações para nossa equipa e leitores?

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Musica no Cinema - Joy Division
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