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Porque não se pode perder o Milhões de Festa: Parte 3 – A armada portuguesa

06 de Julho, 2015 ArtigosJoão Rocha

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Emma Ruth Rundle • Um casamento de sonoridades

Porque não se pode perder o Milhões de Festa: Parte 2 – Os históricos
IMG_6349 - Cópia Milhões de Festa 2014 © Mariana Vasconcelos

Com a chegada do mês de julho entrámos na reta final para a edição deste ano do Milhões de Festa. Depois de duas antevisões voltadas para o melhor que o internacional tem para nos dar, chega a altura de olharmos para o que se faz por cá.

Bandas que jogam em casa e conhecem bem o público português, têm em Barcelos a oportunidade perfeita para ganharem uma maior visibilidade na cena musical, bastando-lhes para isso levar a margem do Cávado para um estado de “parte tudo”. Nesta antevisão abrimos caminho para o jogo, apresentando alguns dos artistas nacionais que não vais querer perder neste Milhões de Festa 2015.
 

• HHY & The Macumbas


 
hhy-4-de-18_DONE HHY & The Macumbas @ Musicbox - Lisboa © Hugo Adelino / Wav

A arte de fazer música pode ser um exercício incrivelmente complexo. A inspiração nem sempre é um dado adquirido e, portanto, muitas vezes as coisas nem saem como pretendido. Para Jonathan Saldanha, o caminho passa por explorar livremente, sem dogmas e pressões, as vibrações do que o rodeia como um complemento da sua própria visão do que música é. Um caminho bem mais complicado de seguir, mas que o faz de corpo e alma e, acima de tudo, bem.

Compositor e produtor, vê toda a sua vida envolta em projetos ligados ao mundo musical, sendo os The Macumbas mais um no cartório. Com estes, forma um coletivo de músicos que dão som às suas criações ousadas e complexas.

Atento a sonoridades próprias do próprio som, a ressonância e o eco viram rainhas num projeto que se vê aliado aos instrumentos de sopro e percurssão, fazendo deste algo agradavelmente indistinguível entre uma orquestra eletrónica ou eletro acústico.

Sobem ao palco dia 24 e prometem envolver o público num tremendo transe de camadas como nunca ouviram.





 

• Dreamweapon


 
16588593004_962a3bb366_o1 Dreamweapon @ Maus Hábitos - Porto © Jérémy Pouivet / Wav

O sonho não tem propriamente uma definição universal, aliás, o único aspeto comum é todas as definições irem variando conforme o teor pessoal de quem a define. O sonho pode ser algo transcendental, intocável, espectral, mas não tem de o ser necessariamente. O sonho pode ser real, mecânico, mortífero, uma arma.

André Couto, Edgar Moreira, João Campos e Luís Barros fazem do sonho realidade e a distorção das guitarras torna material uma experiência espiritual moldada por uma sonoridade psicadélica. O sonho pode ser uma arma sim, mas não tem necessariamente de matar, que nos cantem os dreamweapon.

Este em particular começou em 2011, e vindos do Porto, ainda não acordaram. Sob a chancela da Lovers & Lollypops viram nascer este ano o seu primeiro LP, e é no último dia do Milhões que vão ter a oportunidade de disparar as sonoridades desta experiência homónima para dar vida ao público português.






 

• Plus Ultra


 
IMG_5153-copy Plus Ultra @ Maus Hábitos - Porto © Mariana Vasconcelos / Wav

A edição dos históricos já passou, mas os Plus Ultra poderiam de alguma forma ser analisados na perspetiva de peso pesado nacional. E não, não estamos só a falar do seu som, mas de quem eles são.

Ornatos Violeta, Zen e Mosh são os projetos musicais que deram origem aos Plus Ultra. Kino, Gon e Azevedo são um power trio de caos sonoro em forma de oração a um deus qualquer rock. Cordas e percursão entram num confronto induzido, causando uma explosão sensorial para desfrutar em agressiva comunhão.

De 2010 a 2011 estiveram em intensa atividade, dando concertos um pouco por todo o lado, atuando mesmo no festival Paredes de Coura. 2015 é o ano do regresso, de volta aos palcos e às edições. Barcelos recebe-os a 26 de julho para um concerto que promete transpirar energia e muito bom barulho.





 

• Medeiros/Lucas


 
MG_9318©ALIPIOPADILHA Medeiros/Lucas @ Musicbox - Lisboa © Alípio Padilha

Este é um daqueles felizes casos onde o presente encontra o passado, onde a inspiração tem uma relação bilateral com quem a respira. É no meio do Atlântico, mais concretamente nos Açores, que nos chega esta rara relação, que se traduz em música, e que é do melhor que se faz por cá.

Pedro Lucas já dispensa apresentações. Depois de trazer para o presente o cancioneiro tradicional açoriano através de um toque apurado de sonoridade moderna, une-se agora a Carlos Medeiros, autor de “O cantar na m’Incomoda” de 1998. Com um punhado de bons amigos a colaborar, nasce Medeiros/Lucas.

Cruzam-se as recolhas musicais com a voz experiente de Carlos Medeiros e Pedro Lucas agarra a guitarra, arranjando a bateria, as teclas e a eletrónica para nascer “Mar Aberto”, uma viagem entre o continente e os Açores que todos vamos fazer, para nosso prazer, no próximo dia 26 no Milhões de Festa.

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Porque não se pode perder o Milhões de Festa: Parte 3 – A armada portuguesa
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