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Reverence Valada 2015 - Os não-tão-óbvios a não perder - Parte 1/2

10 de Agosto, 2015 ArtigosDiogo Alexandre

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Agosto já se iniciou e com ele chega-nos a segunda edição do Festival Reverence em Valada do Ribatejo. Com um cartaz de luxo (e numeroso), com nomes importantíssimos tanto no panorama internacional como no nacional, decidimos escolher 10 bandas não-tão-óbvias que achamos imperdíveis nesta edição do festival. É notório que a música feita em Portugal anda na mó de cima nos últimos anos, surgindo não só novas promessas como grandes confirmações, por isso pegámos mais no exemplo das primeira referidas e tomámos o cuidado de referir pelo menos uma banda portuguesa por dia.

 

Beautify Junkyards


 
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Começamos com os “renovados” Beautify Junkyards, que após de um disco de covers se lançaram este ano ao seu primeiro disco de originais, e até agora, tem sido uma das grandes surpresas do ano corrente. O seu folk psicadélico cantado tanto em inglês como em português cativa não só pela cuidadosa instrumentação como na também pelos arranjos vocais. Um concerto que decorrerá sob um sol baixo e que embelezará, por certo, a sua atuação. Viajar ao som de “Pés na Areia na Terra do Sol” no palco rio sentados de olhos fechados junto da flora do recinto será magnífico.



 

Chicos de Nazca


 
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Os Chicos de Nazca chegam-nos do Chile, mais propriamente de Santiago, a sua capital, curiosamente da mesma cidade que uns tais de Follakzoid, e prometem hipnotizar o recinto com o seu rock psicadélico hipnotizante, por vezes acompanhado por saxofones também eles sob efeito de pedais. A base são os 70s, como, de resto, se entenderá durante o concerto. No entanto, estes chilenos conseguem sair da zona de conforto e meter o seu cunho por entre os seus solos progressivos (assim à Kurt Vile) e os acompanhamentos soberbos de teclado e sopro, já referidos. Já nos chegaram relatos do quão intensos são estes quatro rapazes ao vivo e a expectativa aumenta e só será saciada dia 27 de agosto.



 

The Dead Mantra


 
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Logo cedo no segundo dia, os The Dead Mantra sobem ao palco para mostrarem o seu reportório que não se resume apenas a um psicadélico groovy. Calculamos que a banda intercalará o psych base com outros temas mais pós-roqueiros e shoegaze, o que resultará bastante bem no ambiente em questão. A "muralha de som" será uma constante nesta atuação, tanto pela sobre-dosagem de pedais nas partes psicadélicas mais rápidas, como pelo prolongamento da distorção e da melancolia nos momentos melódicos. Quem ouviu Nemure sabe do que estamos a falar. Dos concertos das 3 da tarde, este é sem duvida, a melhor oferta.



 

The Warlocks


 
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Admitimos que os Warlocks já detêm algum nome e muitos já terão escutado algum dos seus seis maravilhosos LPs. O principal motivo que nos levou a incluir os americanos nesta listagem foi o facto de estes não terem sido promovidos a atuarem no palco principal (semelhante ao que ocorreu com os Samsara Blues Experiment).

Possivelmente, já sabem o quão intrigante e empolgante é a sonoridade de Bobby Hecksher e companhia, de modo que não nos demoraremos nas explicações. Acreditamos que a sua atuação será uma das grandes do festival, por isso façam por vê-los, ainda para mais quando a organização decidiu não meter concorrência direta nos primeiros 30 minutos de atuação... não têm desculpas para falhar!



 

Blown Out


 
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O psicadélico pesadão aterra em peso na “Praia” de Valada e pouco depois dos Sleep seremos transportados, novamente, para uma galáxia longínqua, desta feita pela mão dos Blown Out. O seu mentor, Mike Vest, faz também parte de outras bandas que já passaram este ano por Portugal (Bong e Drunk in Hell).

Este é dos estranhos casos em que o nome define perfeitamente a banda e não há melhor adjetivo para descrevermos estes ingleses senão mesmo Blown Out. Não há nada que enganar, está ali tudo: músicas de 15 minutos, baixo pesado, bateria repetitiva e solos infinitos. Tudo o que se pede. A nave já está preparada!



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