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Segundas Crónicas – E uma livestreamzinha!?

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Com o desenvolvimento excessivamente rápido das variadas tecnologias que nos rodeiam, muitas das vezes apercebemos-nos, um pouco tarde de mais, da sua grande importância no nosso quotidiano. Isso acontece, por exemplo, nas livestreams ou mesmo vídeos no ramo da música em que nos encontramos.

Muitas das vezes, quando conhecemos uma nova banda, ou sabemos de um novo lançamento, o que fazemos no momento seguinte é fazer uma pequena pesquisa, ou num motor de busca banal: Google, DuckduckGo, Bing, etc. Ou mesmo no celebre Youtube. Na esperança de encontrar um vídeo, preferencialmente em HD, para conseguirmos desfrutar em primeira mão da melhor qualidade possível.
Vivemos em tempos onde a rapidez sobrepõe todos os pedidos, que em outras épocas era substituído pela qualidade, historia, etc. O ser humano quer cada vez mais o pão na boca, sem ter de fazer nada para ele lá chegar.
Desta forma, a primeira coisa que pensaríamos, era que o normal seria qualquer festival ou evento com um tamanho significativo, tivesse uma grande cobertura em formato de vídeo. Pois, isso embora pareça a escolha acertada, não é o resultado final que nos é apresentado.

Com alguns bons exemplos de boas experiências no ramo da multimédia, o Coachella continua a dar cartas e a destronar todos os festivais com a sua qualidade, tanto na cobertura por livestream, notícias diárias, site com qualidade, e com cartaz que inveja qualquer organizador de eventos.
Em formatos mais pequenos, também conseguimos ter vários canais de Youtube, que com as gravações em estúdio de várias bandas convidadas, continua a fazer as delícias de muitos fãs espalhados por todo o mundo. Como, por exemplo é o caso do formato boiler room, que com o seu espaço reduzido já conseguiu atrair muitos curiosos.

Agora, a questão que se impõe é, será que ainda é este ano que vamos contar com um festival, onde a cobertura seja feita em “condições”, no que toca a livestreams? Que, como o nome indica, devia ser ao vivo. Ou será que vamos continuar a ter que ver outros países a ultrapassarem-nos no que toca a qualidade na cobertura dos mesmos?
A questão fica no ar, num tema que para mim é extremamente importante, pois com tantas desculpas que muitas das vezes são dadas, parece que já nem sabem o que haverão de dizer para não ter que carregar no simples, botão REC.

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Por Freitas / 9 Junho, 2014

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Estudante de Engenharia, e mais nada...

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