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"Nunca me lembro do tempo que passei a fazer música" Jack Name em entrevista

09 de Junho, 2015 EntrevistasBruno Pereira

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jackname014 - Cópia

Jack Name é um dos nomes mais incontornáveis dos últimos anos na cena musical underground de Los Angeles. Grande amigo de Ty Segall, foi também membro integrante dos White Fence de Tim Presley, o qual descreve Jack Name como um artista culto, exótico e misterioso. Como produtor, Jack Name já trabalhou com nomes como Ariel Pink ou Cass McCombs mas é o seu trabalho como compositor e intérprete que o traz a Portugal. No início deste ano o artista californiano lançou o seu segundo álbum a solo, Weird Moons, pela Castle Face Records, editora de John Dwyer dos Thee Oh Sees. Já o disco antecessor, Light Show, tem selo da Drag City de Ty Segall.

Poucas horas antes de subir a palco no Porto, estivemos à conversa com o artista californiano onde falamos do tempo que passou com todos estes amigos, do novo disco, do que se lembra do Porto quando esteve cá com os White Fence na edição do ano passado do NOS Primavera Sound e ainda deu tempo para umas dicas sobre bandas novas de Los Angeles para se estar atento.

 
Conta-nos como começou o teu fascínio pela música e depois, quando percebeste que podias fazer disto vida.

Eu sempre fiz música, desde que me lembro. Não sei se este ramo é bom ou não mas não consegui evitar.

 
Tens trabalhado com artistas muito diferentes como Cass Maccombs or Ariel Pink. Como tem sido trabalhar com eles? Algum momento que queiras partilhar?

Somos todos amigos, por isso é muito natural e divertido. É mesmo por isso que conseguimos fazer coisas juntos, porque não encaramos isto exatamente como trabalho. Nunca me lembro do tempo que passei a fazer música depois de ter acabado, são como um sonho esses dias.

 
Sei que também és grande amigo do Ty Segall. Também já trabalhaste com ele?

Sim, ele também é um gajo muito porreiro. Editei o Light Show [primeiro álbum] na editora dele mas no futuro é provável virmos a tocar juntos. Até agora só tocamos juntos algumas vezes quando eu estava a tocava nos White Fence e ele se juntava a nós em palco.

 
Conta-nos sobre este teu projeto a solo. Quais são as diferenças entre os teus outros projetos como os Fictional Boys ou os White Fence.

Bem, os White Fence são a banda do Tim Presley, eu só o tenho vindo a ajudar em concertos, as ideias e músicas são dele. Este meu projeto a solo é basicamente o mesmo que os Fictional Boys, às vezes uso nomes deferentes porque sim, sem nenhuma razão, Acho que a única diferença é que assim, usando o meu nome, é mais fácil para as pessoas encontrarem-me a mim e à minha música.

 
Acabaste de lançar um disco novo este ano, Weird Moons, pela Castle Face Records, editora do John Dwyer dos Thee Oh Sees. Como é que essa oportunidade surgiu?

Eu e o John estávamos um dia a beber café em Los Angeles e ele desafiou-me a fazer um disco pela Castle Face. Aceitei logo.

 
Fala-nos sobre o Weird Moons. O que é que podemos ouvir neste disco? O anterior, Light Show, é sobre a luta que crianças estrangeiras enfrentam, sobre o que é este?

Este álbum é sobre duas coisas. 1- Ser um bom escravo para a música de maneira a ter-se uma vida tranquila. 2- Cancro.

 
O que podemos esperar num concerto teu?

Os meus concertos são muito barulhentos e hipnóticos.

 
No ano passado estiveste no Porto com os White Fence. o que te lembras da cidade e de Portugal?

É verdade, estive no Porto no ano passado, mas não tive oportunidade de ver muita coisa nesse dia. Uns dias depois voltei quando já estava na minha tour a solo e já tive oportunidade de dar uma volta pela cidade durante um dia. Foi uma das cidades mais bonitas que já vi.

 
Para acabar, conta-nos que música nova andas a ouvir.

A única música nova que conheço é a que os meus amigos fazem. Muita dela ainda nem foi lançada a público mas é provavel que venha a ser. O meu amigo Brian Bamps, Nora Keyes, Garbaj Kaetz, Fancy Space People, Mirage Garage, é uma lista longa. Para além disso só tenho ouvido coisas estranhas ultimamente, Terry Riley e Miles Davis também tenho ouvido, mas isso não é novo.


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