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Os 25 melhores álbuns nacionais de 2016

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25

Ricardo Remédio – Natureza Morta

24

Galgo ‎– Pensar Faz Emagrecer

23

Peixe:Avião ‎– Peso Morto

22

Vircator ‎– At The Void’s Edge

21

Asimov – Truth

20

Sulfur Giant ‎– Beyond the Hollow Mountain

19

Cave Story – West

18

Miss Lava ‎– Sonic Debris

17

Filho Da Mãe ‎– Mergulho

16

Surma – Maasai

15

You Can’t Win, Charlie Brown ‎– Marrow

14

Quelle Dead Gazelle – Maus Lençóis

13

The Sunflowers – The Intergalactic Guide To Find The Red Cowboy

12

Toulouse – Yuhng

11

Jibóia – Masala

10
1507-1
Linda Martini
Sirumba
9
Live Low
Toada
8
Filho Da Mãe & Ricardo Martins
Tormenta
7
First Breath After Coma
Drifter
6
Sinistro
Semente
5
frente
Capitão Fausto
Capitão Fausto Têm Os Dias Contados
4
Bruno Pernadas
Those Who Throw Objects At The Crocodiles Will Be Asked To Retrieve Them
3
Névoa
Re Un

Unidos desde 2014, a banda fez-se conhecer no ano passado com The Absence of Void, uma faceta que entregava uma lâmina afiada de black metal atmosférico. Um ano depois, os portuenses abraçam outras texturas e espectros sónicos com Re Un. Encontram agora uma transição mais grave e composta, com direção entre partes decididamente lentas e tomadas num transe de proporções massivas. Sem dúvida um álbum que coloca a banda nas camadas internacionais, como a música assim o pede.

2
Sensible Soccers
Villa Soledade

2016 veio confirmar a curva ascendente que se tem vindo a registar desde o primeiro EP. O rock instrumental dançável com influências do kraut veio a dar lugar a uma eletrónica fantasmagórica e a crescendos apoteóticos em 8 (2014), e mais recentemente ao verdadeiro disco de afirmação do agora trio nortenho: Villa Soledade é o disco mais consistente da banda, aquele onde mais facilmente se verifica uma coerência entre faixas, oferecendo-nos ainda fantásticas composições e ritmos exóticos como em “Bolissol”. São um dos valores mais facilmente exportáveis da música nacional.

1
Black Bombaim & Peter Brötzmann
Black Bombaim & Peter Brötzmann

Mestres, como poucos no mundo, na arte de integrar saxofone com os riffs Heavy Psych e Stoner que mais caracterizam a banda, os Black Bombaim contavam já com colaborações com Steve Mackay (mítico saxofonista dos The Stooges) e Rodrigo Amado. Em 2016 juntaram-se a Peter Brötzmann, nome maior do free jazz, para dois concertos onde a improvisação foi palavra de ordem. O feedback foi tão bom que fizeram questão de se voltar a juntar em estúdio para que se eternizasse o momento. Quando se juntam os melhores do mundo na sua área, o resultado só pode ser cósmico.

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Por Wav / 22 Dezembro, 2016

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