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Overall - Janeiro 2019

04 de Fevereiro, 2019 ListasWav

Sem qualquer ordem, a não ser alfabética, apresentamos os discos lançados em Janeiro de 2019 que mais marcaram a nossa redação.

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Overall - Fevereiro 2019

Os 20 melhores álbuns internacionais de 2018
 

Altarage-The-Approaching-RoarAltarage - The Approaching Roar (Season Of Mist)


The Approaching Roar é a mais recente afirmação dos bascos Altarage. Uma tour de force digna de comparação a Portal, Immolation e até mesmo Sunn O))). Predominando convulsões de riffs esmagadores e um paredão de som em forma de hostilidade pelo baixo e a bateria, aqui jaz o real rugido do trio de Bilbao. Um breakthrough visceral na curta carreira da banda.



 

 


Deerhunter-Why-Hasnt-Everything-Already-DisappearedDeerhunter - Why Hasn’t Everything Already Disappeared (4AD)


Ao oitavo álbum, os Deerhunter encontram o equilíbrio perfeito entre o experimentalismo e a acessibilidade sonora. A banda americana contou com a ajuda de Ben H. Allen (produtor de Gnarls Barkley, Animal Collective, Cut Copy,...) e Cate Le Bon, e juntos construíram a ambience deste Why Hasn’t Everything Already Disappeared: simplicidade aconchegante, a cheirar a nostalgia mas com um pé no futuro, sem desprezo pelo lirismo pretensioso mas empático. Um dos melhores trabalhos da banda até à data.



 

 


James-Blake-Assume-FormJames Blake - Assume Form (Republic)


James Blake rodeia-se de colaborações neste seu Assume Form. Ao contrário de Lemonade de Beyoncé, com quem colaborou, o músico inglês consegue salvaguardar a sua identidade musical e não permitir que o álbum soe a um emaranhado de  vários artistas. É certo que as suas produções tornam-se mais simples e acessíveis, mas as produções mantêm a sua essência assombrosa de beat em queda livre. “Barefoot in the Park” com ROSALÍA, assume o papel de música estandarte em sussurro pop.



 

 


Jinjer-Micro-EPJinjer - Micro [EP] (Napalm)


O portentoso quarteto ucraniano continua a dar que falar. Do meio da apertada agenda de tour da banda emerge Micro, um EP de cinco faixas que compila tudo o que há de bom na sonoridade do grupo e aponta a mira a novas direcções. Poderoso growl e flexível registo da vocalista Tatiana Shmailyuk envolto em instrumental repleto de groove com destaque para o sublime baixo de Eugene Abdiukhanov, que fecha o disco em modo solo.



 

 


John-Garcia-and-the-band-of-goldJohn Garcia and the Band of Gold (Napalm)


Depois de alguns adiamentos sucessivos, John Garcia regressa finalmente com o terceiro trabalho em nome próprio. O disco é pautado por um ritmo alucinante, guitarras inflamadas, low tunes no máximo e uma pitada funky à moda dos Clutch, mantendo sempre uma ambiência totalmente fiel a Kyuss e ao deserto californiano. Seguramente o disco mais sólido de John Garcia em mais de 15 anos, desde Unida ou do primeiro registo de Hermano.



 

 


Krallice-Wolf-EPKrallice – Wolf [EP]


Após o duplo opus, Löum e Go Be Forgotten, Krallice arrancam 2019 com Wolf! Um EP de 5 faixas imersivas, densas e intensamente progressivas. Onde, em pouco mais de 15 minutos, a banda apresenta o seu trabalho mais destemido e multidimensional até hoje. Um verdadeiro assalto aos sentidos em estado de desconstrução convalescente.

 

 
 
 


Mono-Nowhere-Now-HereMono – Nowhere Now Here (Pelagic)


Seja pela falta de ideias ou pela insistência no improv, os últimos álbuns de Mono não têm sido consistentes. Com Nowhere Now Here, a banda insiste em recorrer aos mesmos laços e desenlaces do passado. Build-ups, reverb a fundo e poucas conclusões memoráveis. Pode muito bem agradar os ouvintes mais afetos da banda, mas não transcende como outras contribuições do grupo.



 

 


Rival-Sons-Feral-RootsRival Sons – Feral Roots (Atlantic)


Rival Sons podem não ser a resposta perdida do rock'n'roll, mas em Feral Roots dão mais do que motivos para não declarar o estilo, a estética e a atitude pura e crua, como obsoletas. Riffs a molhos, postura frontal e bem decididos a fazer estragos. Tudo isto com uma pitada vintage à antiga que não exagera, nem deixa de viver nos dias de hoje. Sem dúvida um grande motivo para recolocar o rock nos holofotes dos palcos grandes.



 

 

SeeYouSpaceCowboy-Songs-For-The-Firing-SquadSeeYouSpaceCowboy - Songs For The Firing Squad (Pure Noise)


Após Vein, Limbs, Sectioned e Frontierer, é seguro dizer que o mathcore continua forte nos dias que correm. Desta feita, segue a estreia por parte dos californianos SeeYouSpaceCowboy pela Pure Noise. Uma contribuição repleta de descargas energéticas, dissonância angular e muitas excentricidades converge-escas, muito a altura dos demolidores clássicos de Jeromes Dream, The Dillinger Escape Plan e Fear Before The March Of Flames. Um must-listen para qualquer ouvinte do estilo.



 

 


Sharon-Van-Etten-Remind-Me-TomorrowSharon Van Etten - Remind Me Tomorrow (JagJaguwar)


Remind Me Tomorrow é um álbum de transição entre a Sharon Van Etten que conhecemos, e uma mesma em crescimento. A cantora americana apresenta-nos um álbum que em vez de nos atirar com as suas composições fortes nas primeiras faixas, guarda-as para o pós meio. É a partir dessa altura que conhecemos composições mais ousadas e arriscadas no perfil musical de Sharon, mas também mais arrojadas e completas no plano de Remind me Tomorrow. A tristeza aqui dá lugar a um confiante caos, que embora vá causar estranheza, vai certamente agradar aos fãs.



 

 


Soilwork-VerklighetenSoilwork - Verkligheten (Nuclear Blast)


Vindo do maior interregno discográfico da sua história, o quinteto sueco lança Verkligheten, primeiro esforço sem o baterista Dick Verbeuren (agora em Megadeth). Com participações dos amigos de Arch Enemy e Amorphis à mistura, o álbum atesta a qualidade do grupo sem no entanto inovar extensivamente. Com um título que se traduz do sueco como “realidade/real”, realmente a banda não vê necessidade de mudar a fórmula vencedora.



 

Artigo escrito por João "Mislow Almeida", João Rocha, Pedro Sarmento e Bruno Pereira
por
em Listas

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