18
QUI
19
SEX
20
SAB
21
DOM
22
SEG
23
TER
24
QUA
25
QUI
26
SEX
27
SAB
28
DOM
29
SEG
30
TER
31
QUA
1
QUI
2
SEX
3
SAB
4
DOM
5
SEG
6
TER
7
QUA
8
QUI
9
SEX
10
SAB
11
DOM
12
SEG
13
TER
14
QUA
15
QUI
16
SEX
17
SAB
18
DOM

Bell Witch + Monarch + Vaee Solis @ Cave 45 - Porto [25Out2015] Texto + fotos

29 de Outubro, 2015 ReportagensSara Dias

Partilhar no Facebook Partilhar no Google+ Partilhar no Twitter Partilhar no Tumblr

The Cat Empire @ Hard Club - Porto [30Out2015] Texto + fotos

Jameson Urban Routes 2015 - Dia 3 [24Out] Texto + Fotos
_MG_7224_DONE

“Poltergeist [ˈpɒltəɡʌɪst] noun. A ghost or other supernatural being supposedly responsible for physical disturbances such as making loud noises and throwing objects about. Mid 19th century: from German Poltergeist, from poltern 'create a disturbance' + Geist 'ghost'.”



 
Bell Witch, Tennessee, século XIX. John Bell e a sua família viram-se na alçada de um ataque de uma bruxa, que se acreditava na altura que fosse Kate Batts, a lenda conta que o terror se instalou na quinta com vários barulhos estranhos sem justificação plausível, objetos a serem atirados do nada, agressões físicas à família e animais assustados sem razão visível.

No novo álbum, de 2015,  este “fascínio” por fantasmas prolonga-se para além do nome para a conceptualização de Four Phantoms combinando com os 4 elementos da natureza – Terra em "Suffocation, A Burial: I - Awoken (Breathing Teeth)", Fogo em  "Judgement, In Fire: I - Garden (Of Blooming Ash)", Água em "Suffocation, A Drowning: II - Somniloquy (The Distance Of Forever)" e Ar em "Judgement, In Air: II - Felled (In Howling Wind)" – com um “fantasma”, com uma morte. No doom metal arrastado e melancólico de Bell Witch, esta claustrofobia divida em terror e prostração é quase fisicamente palpável. Assim como foi na noite de domingo 25 de outubro, na Cave 45. Até o local parecia ter alguma relação irónica com Four Phantoms – a ironia quase tragico-cómica de ouvir "Suffocation, A Burial: I - Awoken (Breathing Teeth)" “debaixo” da terra.

Este concerto tinha tudo para ser um dos mais interessantes de 2015, e começou maravilhosamente bem, mas quando já a plateia se encontrava completamente embrenhada no baixo de seis cordas de Dylan Desmond e na bateria de Jesse Shreibman, o concerto acabou. Foram 30 minutos extremamente intensos (com Shreibman a partir baquetas de 5 em 5 minutos quase) onde se abordaram as duas primeiras faixas do álbum, mas que pediam por muito mais tempo para a banda principal da noite.



A abertura esteve a cargo de Vaee Solis e de Monarch. Os franceses Monarch deram uma atuação desinteressante, regida pelos vocais monótonos de  Emilie Bresson, esta que foi largamente superada pela anterior atuação dos portugueses Vaee Solis. Este é um dos projetos mais interessantes e promissores do panorama nacional, uma prova de que a música em Portugal mexe e faz mexer. Com o primeiro longa duração, Adversarial Light, lançado este ano pela Signal Rex, Vaee Solis chegou-nos com o seu doom lento e “negro” que é reforçado pelos vocais desesperados de Sofia Loureiro que nos fazem submergir numa melancolia com um travo de angústia e agressão.

Este evento, organizado pela promotora Goodlife HQ pecou apenas pela curta duração do set de Bell Witch, sendo que (segundo o facebook da promotora) foi o seu último evento.

por
em Reportagens

Bell Witch + Monarch + Vaee Solis @ Cave 45 - Porto [25Out2015] Texto + fotos
Queres receber novidades?
Comentários
http://www.MOTORdoctor.PT
Contactos
WAV | 2018
Facebook WAV Twitter WAV Youtube WAV Flickr WAV RSS WAV
Queres receber novidades?