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Cícero @ Estúdio Time Out - Lisboa [02Mar2016]

16 de Março, 2016 ReportagensDiogo Alexandre

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Estúdio Time Out

Youthless @ Maus Hábitos - Porto [12Mar2015] Foto-reportagem

Baroness @ Paradise Garage - Lisboa [6Mar2016] Texto + Fotos
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A nossa estreia no Estúdio Time Out, novo espaço para concertos situado no Cais do Sodré (Lisboa), não poderia ter sido melhor. Sala ampla e larga, demasiado grande para este concerto, pensámos nós, e com surpresa vimos o nosso pensamento desfazer-se em pedaços aquando do início do concerto. O público português está a ser conquistado aos poucos pela nova vaga de música brasileira e de ano para ano vemos os jovens da MPB actual a encher espaços/salas cada vez maiores. Cícero é um desses casos.

O músico, com álbum novo na calha, de seu nome A Praia, regressou assim a Portugal para uma mini-tour pelo país. Sendo esta a sua terceira passagem por Lisboa (a primeira foi no Mexefest, em 2013, e a segunda no Musicbox, em 2014) e tendo este que vos escreve estado em todas elas, é notório o crescimento de audiência que se tem verificado desde então. O público jovem dominava e é, aproximadamente, 20 minutos depois da hora marcada que Cícero Rosa Lins sobe, por último, ao palco, interpretando de imediato “O Bobo”, “Pra Animar O Bar” e “Tempo De Pipa” que é, talvez, o seu maior sucesso até à data. Por aqui percebemos logo como seria o alinhamento do concerto que, apesar do seu principal mote ser o de apresentação de A Praia, era também um concerto para recordar temas antigos, o que ajudou a que o espetáculo não tivesse nenhuma quebra e até nas músicas “novas” o público insistisse em cantar. Convém referir que o público foi determinante e cumpriu o seu papel de forma exímia, motivando tanto o cantor como os restantes músicos da sua banda que se estreavam em Portugal neste concerto. Vimos também um Cícero muito mais descomprimido em palco, sempre sorridente e mais comunicativo do que nas últimas suas passagens, porém sempre algo tímido no que toca à conversa e interação com a plateia.

Entre “Laiá Laiá” e “Ponto Cego” Cícero confessa que adora Lisboa, uma cidade lindíssima, e que um dia há-de cá vir passar uma grande temporada (e fazer companhia a Marcelo Camelo e Mono, dizemos nós). Revela também que cada vez que cá volta é sempre melhor que da última vez. O show prossegue calmamente e finda com “Terminal Alvorada”, uma faixa bastante uplifting que é, curiosamente, também a faixa de encerramento do seu mais recente trabalho, com o cantor a sair de palco, acenando e sorrindo, deixando a banda a terminar a canção. Mas não podia ficar por aqui. Após gritos e assobios, os músicos regressam a palco para a interpretação da agridoce (oh a ironia!) “Açúcar Ou Adoçante”, cantada quase exclusivamente pelos fãs presentes. Cícero, junto com a sua guitarra, serviu de maestro do coro, deixando os portugueses brilhar.

Após mais um “obrigado” e proferir “então tá, essa é mesmo a última”, “Pelo Interfone” termina de vez com o concerto que já durava há uma hora e vinte minutos, com o público a aplaudir efusivamente e a abandonar a sala pouco tempo depois de a música terminar.  O cantor subiria ao palco uma vez mais, mas desta feita apenas para tocar dois dedos de conversa com os seus fãs.

À boa maneira Romana (de Júlio César e não de Marco Túlio, para que não haja confusões), Cícero chegou, viu e venceu! Isso tudo sem fazer jus ao autoritarismo, do primeiro, e com a classe e ternura, do segundo, como só ele a sabe transmitir.

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Cícero @ Estúdio Time Out - Lisboa [02Mar2016]
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