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God Is An Astronaut @ Hard Club - Porto [3Mai2015] Texto + Fotos

07 de Maio, 2015 ReportagensSara Dias

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Nunca o Hard Club foi um local tão idílico para a realização de um concerto: claro que me refiro à chuva intermitente ora miúdinha, ora torrencial que amaldiçoou o fim-de-semana prolongado. Apesar de ser Domingo, um mar de gente inundou a sala 1 do Hard Club para ver os irlandeses God Is An Astronaut, num evento organizado pela Turbina e pela Amplificasom.

21h. Com pontualidade quase britânica deu-se inicio ao concerto dos Quelle Dead Gazelle, com uma sala surpreendentemente composta para uma banda de abertura. O duo traz na bagagem um EP homónimo lançado em 2013, no qual abordou apenas um tema, "Madrasta", sendo que os restantes foram temas novos ainda sem designação. Os lisboetas proporcionam sonoridades quase antagónicas que oscilam entre sonoridades dançáveis que remetem até para ritmos africanos e afrodisíacos, e entre sonoridades bem pesadas. É que num momento estamos meios constrangidos a dançar e logo a seguir, assim do nada somos apanhados num headbanging tímido. A adesão foi também ela "bipolar": uma parte do público presente ficou cético e a outra parte embrenhou-se numa dança antagónica, confusa.



22h. Depois da espera, chegou o tão aguardado momento em que os irmãos Kinsella, Jamie Dean e Lloyd Hanney apoderaram-se do palco, perante uma sala quase cheia. Os primeiros temas abordados pelos irlandeses foram "Reverse World" do último álbum Origins e "The End of the Beggining" do álbum homónimo. Mas o primeiro tema que realmente envolveu os presentes num véu de introspeção e de simbiose de energias com o quarteto foi "Fragile" que se traduziu como um dos pontos altos da noite.

A setlist de domingo passou muito pelo segundo longa duração dos irlandeses, All Is Violent, All Is Bright. Para além da "Fragile", os portuenses tiveram direito a "Forever Lost", "Fireflies and Empty Skies" e "When Everything Dies". Os God Is An Astronaut brindaram-nos também com alguns temas do seu próximo álbum, Helios | Erebus, como é o caso de "Centralia", "Vetus Memoria" e "Helios | Erebus", faixa que dá nome ao álbum. A receção dos novos temas foi muito positiva, um bom indicador de como será aquando o lançamento do álbum a 21 de junho. Outros álbuns foram também abordados como o Age Of The Fitfth Sun de 2010 com "Worlds in Collision" ou o The End of the Beggining de 2002 com o tema "From Dust To Beyond".

O concerto excedeu as expectativas, sentiu-se uma entrega total da banda e do público numa simbiose que nem sempre está presente - neste domingo houve química reciproca. O público submeteu-se a um transe hipnótico inerente às sonoridades etéreas dos God Is An Astronaut. Energia também não faltou e o maior exemplo disso foram os dois saltos que o guitarrista/teclista, Jamie Dean, deu para o meio do público, sendo que algumas pessoas até correram para ver o guitarrista mais de perto. O momento alto da noite foi "Suicide By Star", o último tema do concerto e um dos temas mais conhecidos do quarteto que nem saiu de palco para iniciar o encore.

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