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Islam Chipsy @ Maus Hábitos – Porto [13Out2015]

20 de Outubro, 2015 ReportagensSara Dias

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Soen @ RCA Club - Lisboa [15Out2015] Texto + Fotos

An oasis in European desert • Desertfest Belgium 2015 Live Review
IMG_7335-3 Renato Cruz Santos / Lovers & Lollypops

It makes other dimensions and other perspectives open up to the listener. You can feel the tightness of the drummers as they also capture the rhythm, the joy, the anger, the hashish, the youth unemployment, the joy and the chaos of the streets of Cairo. It is orgasmic organised chaos. It's a trip. And it's totally worth it.



 
Islam Chipsy até há bem pouco tempo era um dos segredos mais bem guardados do Egipto: um dos melhores teclistas contemporâneos, que a partir da música tradicional árabe inventou um novo género – que transcende o mahraganat e o electro chaabi – é qualquer coisa diferente, qualquer coisa à parte. No fundo, com EEK, Islam Chipsy reinventa a música tradicional árabe enquanto procura “expandir e explodir os limites” - não só nas técnicas inovadoras de Islam Chipsy no teclado mas também na utilização de dois bateristas, e também no que a sua música evoca: se por um lado, o teclado de Islam enfeitiça-nos com melodias exóticas, as baterias de Islam Ta'ta' e Khaled Mando são uma explosão de agressividade e raiva misturada com ritmos também eles dançáveis.

E ninguém, na noite de terça-feira, no Maus Hábitos, ficou indiferente às sonoridades de EKK/Islam Chipsy: encontrar uma pessoa que não tenha dançado é mais difícil do que encontrar o Wally. Não houve uma setlist, nem nunca há: as faixas não têm títulos e essas são em parte improvisadas. Até porque, como explicou ao The Quietus, o Islam Chipsy tem 4 grandes estilos e não há grande tempo para ensaiar com EEK: “I do old club classics here [Club Markez] with a female singer, and the songs are heavy on melody. This is a laboratory for me to experiment with new techniques and styles. I have a production and arrangement studio. I play as a session man for singers. The third one is weddings, where I set myself up with the DJ or the band for the wedding. And the fourth is what you know - EEK. I have a phone for each style!”. Não testemunhámos um casamento mas bem que poderia ter sido – no entanto, não admira que a próxima passagem por Portugal de EEK fosse num casamento – EKK e Islam Chipsy prendaram-nos com um set memorável, cheio de energia, que não deixou ninguém indiferente, até se ecoaram cânticos que pediam por um encore, que aconteceu mesmo.

 

IMG_7283 Renato Cruz Santos / Lovers & Lollypops

 

A abertura esteve a cargo de Vives Les Cônes, que estiveram à altura dos seus sucessores, EEK, com o seu synthpop new wave por entre melodias sacadas ao “Dartacão” que não deixaram ninguém parado ou indiferente. Nunca é demais elogiar a organização da Lovers & Lollypops que nos tem vindo a brindar com algumas das melhores e mais inesperadas propostas – a não esquecer a memorável passagem de Gazelle Twin em abril, pelo Maus Hábitos. A não esquecer nem perder são os próximos concertos de Girls Names, dia 26, no Cafe au Lait ou Boogarins no Maus Hábitos, no dia 15 de novembro.
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