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Mark Steiner + Tracy Vandal @ Sabotage Club - Lisboa [25Jun2015] Texto + Fotos

29 de Junho, 2015 ReportagensDiogo Alexandre

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Quinta-feira é, para muitos, o início do fim-de-semana. Para nós funcionou quase como isso. Dois nomes: Tracy Vandal e Mark Steiner. Foram eles que animaram a noite quente de dia 25.

A abrir as hostes, a ex-Tiguana Bibles, deu um concerto que ficará, por certo, na memória de todos os presentes, até aqueles menos fãs. A escocesa de nascença, veio a Lisboa apresentar o seu mais recente disco The End Of Everything, um EP bastante obscuro com uma sonoridade a rondar o Post-punk/Goth Rock, semelhante a uns Siouxsie & The Banshees, por exemplo.

A contrastar com a introspeção exigida pela sua música, Tracy Vandal soltava piadas por entre as músicas, cantava no meio do público, dançava de forma provocadora com aparentes desconhecidos, brincava com os membros da banda fingindo não saber os seus nomes e ainda atiçou a plateia com um “you should be more enthusiastic”. Um ambiente super descontraído até que a cantora decidiu parar com entretenimento, pois isso estava a “matar” a sua música. No entanto, ainda houve mais uma incursão pelo público (que não era muito numeroso, em bom da verdade) e um salto desde o balcão do Sabotage. “A Question Of Time” (cover dos Depeche Mode) acabou com o set mais divertido de que o pós-punk tem memória.



Pouco tempo depois, Mark Steiner e os seus companheiros Henry Hugo (multi-instrumentista) e Pavel Cingl (violinista) subiriam ao palco do Sabotage para encantarem os presentes com a sua música de bar muito à Nick Cave (do Murder Ballads). As influências são notórias e nem Mark as esconde. Em “Saudade”, o seu último trabalho, existe uma versão de “Dead Radio”, tema original de Rowland S. Howard, eterno membro dos The Birthday Party, no entanto, isso até acabou por resultar bem no ambiente em questão.

Como era esperado, o alinhamento incidiu quase por completo no seu último trabalho, porém, também houve espaço para músicas do EP e do seu primeiro LP Broken. Sentados numa das mesas presentes na sala, observávamos Mark Steiner e os seus músicos criando ambientes sonoros hipnotizantes, o violino acentuava aquilo que as guitarras iam compondo e tão bem que funcionava...

O momento alto do concerto surge quando Mark chama Tracy Vandal para cantar com ele 3 canções (“Stripped”, “Unbearable” e “Beautiful Thief”). A voz dos dois artistas que, na nossa cabeça, nos parecera não combinar muito bem, provou o quão errados nós estávamos. A voz grave de Mark juntamente com a voz (mais) aguda de Tracy uniram-se numa simbiose quase perfeita. Grande momento. O concerto estava a chegar ao fim e após um “muito obrigado” iniciam “Sea Of Disappointment” para, não antes de Mark se posicionar bem no centro da plateia para tocar os últimos acordes da canção, saírem sob os aplausos do público e encerrarem por definitivo este belo concerto que já excedia a 1h15 de duração.

Pelo que sabemos, a tour do músico americano continuou por Portugal fora e, se tiver corrido tão bem como este seu primeiro concerto, de certeza que o público não se arrependeu.

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