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Mono @ Hard Club - Porto [6Mai2015] Texto + Fotos

08 de Maio, 2015 ReportagensSara Dias

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O selo Amplificasom na Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto já não deixa espaço para dúvidas, quer na qualidade da organização, quer na qualidade dos artistas com que nos prenda. E como tal, mesmo depois de uma casa quase cheia no Domingo com God Is An Astronaut, um mar de gente voltou a inundar o Hard Club para ver e ouvir uma das mais sonantes bandas de post-rock: os MONO.

Com uma sala muito bem composta, a abertura ficou a cargo da americana Alison Chesley com o seu projeto a solo, Helen Money. Com três álbuns lançados na bagagem, a conceituada violoncelista cria um mundo tenebroso e macabro através das suas sonoridades minimalistas e loops com traços de drone, ambient e doom.

O momento alto foi "Beautiful Friends", tema que integra o seu último longa duração de 2013 Arriving Angels (produzido por Steve Albini), onde nos deparámos com um tema pesado e com precursão pré gravada, adensando a atmosfera e a tenebrosidade inicial do seu set. É de realçar a inovação e a atmosfera criada apenas por Alison e o seu violoncelo. No entanto, a ausência de precursão afetou a aderência do publico que foi fragmentada: uma parte do público aderiu de bom grado e a outra parte do público manifestou desinteresse.

22h. Depois de uma pequena espera, Takaakira Goto, Tamaki Kunishi, Yoda e Yasunori Takada, que somados resultam nos colossais MONO, subiram ao palco. A viagem começou com "Ignite, Recoil", onde as noções de espaço e gravidade cessaram de existir, onde as amarras que nos prendiam ao nosso corpo soltaram-se e o tempo revelou-se inexistente. As sonoridades de MONO são delicadas, etéreas e transcendentes - ao vivo, estas facetas atingem o seu expoente máximo, - e o público entranhou-se nelas, de corpo e alma.

A setlist abordou acima de tudo os mais recentes álbuns de MONO, nomeadamente The Last Dawn e Rays of Darkness ambos de 2014, com "Recoil, Ignite", "Kanata" e "Where We Begin". Passou pelo álbum For My Parents de 2012, com "Unseen Arbor"; e por fim, pelo Hymn To The Immortal Wind com "Pure As Snow", "Ashes in the Snow" e "Everlasting Light".

Não há um ponto alto a apontar, uma vez que os MONO prendaram-nos com um concerto extremamente homogéneo em termos de qualidade e de entrega, do inicio ao fim. Por uma hora e quinze minutos nada existiu, as responsabilidades e os problemas do quotidiano transformaram-se em leveza purificada ao som das linhas das guitarras ou do piano. Fazendo deste um concerto memorável.

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