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NOS Alive - Dia 2

16 de Julho, 2014 ReportagensDiogo Alexandre

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NOS Alive

NOS Alive - Dia 3

Optimus/NOS Alive 2014 - Dia 1
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O segundo dia do NOS Alive começou com o concerto de Allen Stone, no Palco Heineken. A nova coqueluche do Soul e R&B, presenteou-nos com um concerto agradável e bastante enérgico, que animou a plateia e meteu toda a gente a dançar e a cantar. De cabelo comprido loiro, de chapéu e de óculos, Allen Stone proporcionou um dos melhores concertos do Palco Heineken até então. O endiabrado Allen não parou quieto em grande parte do seu set, que contou com os singles "Million", "A Change Is Gonna Come" e "The Wind". Não percebemos muito bem como é que o festival se lembrou de chamar um dos grandes nomes jovens do Soul/R&B da atualidade, mas que resultou bem, lá isso resultou.

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Permanecemos na "tenda" para apreciarmos a estreia de Lourdes Hernandéz (mais conhecida por Russian Red), muito apoiada por todos os espanhóis que se encontravam no recinto e fora dele. No entanto, não foi isso que serviu para abrilhantar a sua atuação. Russian Red tocou uma set muito baseada no seu mais recente álbum, Agent Cooper, e o seu mais monótono, quer-nos parecer. Apresentou-nos então, um conjunto de músicas mais do que gastas, parecendo que tinham saído de uma qualquer campanha publicitária feita em 1994 antes da final do Superbowl. Um concerto que tinha tudo para correr bem e desiludiu forte e feio no que tocava à escolha das músicas. Não percebemos como é que numa estreia em Lisboa, se deixam de fora todos os temas do seu primeiro álbum I Love Your Glasses (editado em 2008), e apenas se tocam dois do seu maior sucesso Fuerteventura. Um concerto que se esperava ser de Folk (do melhor que se fez em 2011), tornou-se num concerto de Rock datado, que qualquer um poderia assistir num palco secundário das festas de Oeiras. Uma escolha insólita e um concerto que apesar do sorriso e palavras bonitas de Lourdes, não teve muito para se recordar.

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Às 19:15, sobem os D'Alva ao Palco Clubbing. Liderados por Alex D'Alva Teixeira, e com o apoio dos Gospel Collective, apresentaram-nos o primeiro álbum intitulado #batequebate. Com uma sonoridade pop bastante fresca e a abrir as hostilidades com o single “Frescobol”, os D'Alva deram um dos grandes concertos deste segundo dia e afirmaram-se como um dos nomes do momento no panorama nacional, com temas que com certeza nos vão acompanhar durante o verão.

Já no Palco Heineken estrearam-se em solo português os Parquet Courts. Apresentando o repertório dos seus dois últimos álbuns, a banda deu um concerto cheio de energia e sempre com uma atitude muito punk. A plateia algo composta gostou, cantou, saltou e até fez moche em vários temas como “Master Of My Craft” ou “Sunbathing Animal”. Pese alguns espectadores desconhecerem o trabalho da banda e estarem ali apenas a passar o tempo, isso praticamente não foi notado e no geral foi um concerto bem conseguido.

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Com o sol a pôr-se entram os MGMT em palco, trazendo na bagagem o seu álbum homónimo e aquele que nos parece representar mais o que são os MGMT. Tudo começa com "Congratulations" e "Time To Pretend" (1ª ovação do público), porém, e apesar do interessante e competente concerto que os norte-americanos estavam a proporcionar, o público desistiu de acompanhar a sua prestação após a quarta música, voltando a acordar apenas aquando do início de "Kids", música essa, que pensámos nunca poder voltar a ouvir ao vivo. No entanto, os inteligentes MGMT não comprometeram a sua set super psicadélica, que nos fez viajar (a nós e a bastantes membros do público) e inseriram um solo de Psy-tranace ou Drum n Bass (tocado com instrumentos, muito à Chemical Brothers) para não comprometer a vibe que por ali se vivía. Os MGMT não comprometeram em nada a sua atuação, fazendo constantemente, maxi-versions (Psychedelic mode: ON) das suas próprias músicas. Uma banda que outrora fora Pop, hoje caminha de braço dado com o puro psicadelismo, sem comprometer sequer, a qualidade das suas músicas. "Alien Days" encerrou um concerto bom, que serviu de apresentação ao seu álbum homónimo, que apesar de ter ficado aquém das expectativas em estúdio, se revela algo excitante ao vivo... e é isso que se quer.

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Entretanto perto das 21h30 começava o concerto de Sam Smith no palco Heineken. A plateia maioritariamente feminina delirou com o concerto do artista, que por entre a pop e as baladas algo banais ainda teve tempo para fazer uma cover da “Do I Wanna Know” de Arctic Monkeys e cantar a música que o artista partilha com os Disclousre (“Latch”). Apesar dos temas algo comerciais e vulgares, Sam Smith conseguiu prender o público e com certeza proporcionou um bom concerto aos seus acérrimos fãs.

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Terminado o concerto de Black Keys, cada vez mais temos a certeza que estes são uma máquina bem oleada. Apesar do novo álbum intitulado Turn Blue ser de fraca qualidade, a banda de Dan Auerbach e Patrick Carney presenteou-nos com um set a abranger temas desse novo álbum, além da quase totalidade de El Camino e alguns temas de Brothers e Attack & Release. Perante um mar de gente que assistia ao concerto e que dançava e cantarolava ao som de todas as músicas, também a banda se sentiu entusiasmada e o concerto foi sempre subindo de qualidade. Já no encore, que demorou a chegar, o Palco NOS teve direito a duas canções finais: “Little Black Submarines” e “I Got Mine”, assinalando assim um dos pontos altos deste NOS Alive.

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Há 1h50h, acabaram a sua atuação, os Portugueses Buraka Som Sistema, desta feita no palco principal, e que bem lhes coube. Festa é a palavra de ordem do concerto dos Buraka Som Sistema, que tocaram logo de início os seus maiores hits "Stoopid", ''Hangover (Bababa)'' e "Stay Up All Night". Um concerto que passou por todas as fases da sua carreira (que pouco falta para atingir a década), ficando de fora apenas "Wawaba". A energia transbordava do palco principal, com as constantes 'danças' de Blaya a meter todo o recinto ''on fire!''. Chuveram tshirts, vuvuzelas, confetis... esta foi talvez a melhor opção para encerrar um dia de festival que nos vem à memória. Foi a desbunda! Todos cantavam, todos dançavam... e para isso, muito contribuiu o seu novo álbum, Buraka, que é quase todo preenchido com malhas de afrobeat, breakbeat e grime. ''Tira O Pé'' tornou o recinto do palco NOS num trampolim gigante, tudo aos saltos, pois claro. ''Yah'' foi cantada com todos os pulmões, o mesmo aconteceu com "Wegue Wegue", que encerrou o set normal. No entanto, ainda houve tempo para um encore de três músicas.
Os Buraka provaram assim que são um dos fenómenos emergentes da world music e tanto encantam salas pequenas em Nova Iorque, fazem DJ Sets em Paris e metem toda a gente aos saltos em Algés. O palco NOS fechou da melhor maneira possível. Who the fuck are The Black Keys?

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Saímos de Buraka e fomos para Boys Noize, o produtor de Hamburgo, debitou como só ele sabe fazer, o melhor do tech house Alemão, que nos últimos anos tem vindo a dar cartas. Concerto altamente enérgico com trechos de dubstep e muita dança por parte dos presentes. Ao set não faltou "Jeffer", "Frau", "XTC" (entoado por muitos dos presentes) e até mesmo remixes de The Prodigy e Mr Oizo. Uma set que não deixou ninguém indiferente e capaz até de fazer os mortos dançar.

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A fechar o Palco Heinken tivémos dois dos grandes nomes da electrónica actual: SBTRKT e Caribou. Aaron Jerome, o nome por detrás de SBTRKT, provou durante cerca de uma hora de concerto que é um artista capaz de criar grandes malhas, e todo o jogo de luzes e adereços em palco (elementos tribais e até um animal insuflável) apenas ajudou a complementar uma actuação bem conseguida e bem recebida pelo público, como se podia reparar pela enchente no palco. Claro que não podia deixar de passar o grande hit “Wildifire”, extremamente viciante e que deixou o público em delírio.

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Público esse que se manteve praticamente na mesma quantidade para receber Dan Snaith a liderar Caribou, numa actuação que já não foi da mesma qualidade de SBTRKT, mas que mesmo assim agradou ao público presente e onde Dan passou por êxitos como “Sun” e “Odessa”, além do novo single “Can't Do Without You”.

 
Texto por Diogo Oliveira, Joana Brites e Pedro Francisco

Fotografias oficiais NOS e NOS Alive por Arlindo Camacho, Carlos Rodrigues, Filipe Ferreira e Lino Silva

 
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em Reportagens

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