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NOS Alive - Dia 3

16 de Julho, 2014 ReportagensDiogo Alexandre

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NOS Alive

[Reportagem] Super Bock Super Rock 2014

NOS Alive - Dia 2
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O terceiro e útlimo dia de Alive não podia ter começado da melhor maneira. Gin Party Soundsystem, o coletivo composto pelos trolls que habitam a internet, deu nada mais nada menos que um dos melhores concertos do festival. Contando com a participação de Alex D'Alva Teixeira e Carolina Torres, e com um Palco Clubbing em delírio, foram muitos os que deram tudo a saltar, cantar e dançar ao som das maiores malhas do Eurodance, um estilo musical que nos anos 90 teve o seu pico e enchia tudo o que era pistas de dança. O fim teve direito a "This Charming Man" dos Smiths, terminando com chave de ouro uma atuação genial que merecia outro horário (lá mais para a noite) e ainda mais público.

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Por volta das 17:50 sobe ao palco Heineken o Português Tom Mash, que contava com uma digna legião de fãs à sua espera em frente ao palco (constituída maioritariamente por publico feminino), que se fazia ouvir em quase todas as suas músicas. O músico apresentou-nos o seu folk bem feito (à Donavon Frankenreiter), tocou um cover de Bob Marley, animou os presentes e tornou o concerto bastante friendly e intimista. Um must na música Portuguesa, esperemos que lance algo em breve.

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Após o fim do concerto de Tom Mash, dirigmos-nos ao palco clubbing para ver Caelum's Edge, outra banda Portuguesa, no entanto não tão brilhante como o primeiro nome. Debitaram a sua música rock genérica, num festival genérico, para um público quase morto e ausente, salvo a meia-duzia de fãs em frente ao palco. Uma atuação pautada pelos frequentes ''oohhhohhh'' presentes nas suas músicas, que não animou nem desanimou ninguém. Passaram completamente ao lado do festival.

Com cerca de dez minutos de atraso, às 18h, começavam os Drenge. Inexplicavelmente, a atuação desta banda de garage punk decorreu no Palco Clubbing (colisão de horários com o Palco Heineken, provavelmente), mas nem isso demoveu a numerosa plateia de receber em delírio os irmãos Eoin e Rory Loveless. Composta maioritariamente por público britânico, foram muitos os momentos em que existiram moches na plateia, complementando assim uma atuação cheia de energia por parte da banda, apesar do som às vezes não ter sido o melhor.

Às 19:50 entram em cena os muito aguardados The War On Drugs (a julgar pelo público presente). O grupo liderado por Adam Granduciel, apresentou-nos a sua neo-psychedelia/Americana presente no seu mais recente álbum Lost In The Dream. Tudo começou com "An Ocean Between The Waves", música de cerca de 7 minutos, bastante emotiva que cativou logo a audição aos presentes e aos 'estranhos' que espreitavam por curiosidade, atrás da mesa de som. Segue-se "Baby Missiles" (tema de Slave Ambient, álbum que os pôs no mapa), o único tema tocado fora do seu último longa-duração, e que contou com algumas falhas técnicas a nível de som: o músico optou por não tocar o trecho da harmónica o que fez com que a música ficasse algo despida, ou seja, o momento de consagração foi deitado por água abaixo. No entanto, não foi isso que impediu os The War On Drugs de fazerem aquilo sabem melhor fazer. O concerto prossegue com "Eyes To The Wind", passando por "Burning", "Red Eyes" e "Under The Pressure", música de mais de 8 minutos que fez as delícias dos presentes. Tudo acabou em beleza com "In Reverse", com o músico, desta feita, a utilizar a harmónica apenas durante 10 segundos. Não percebemos muito bem a relutância de Adam em usar o instrumento que tornou a sua musica tão particular. Um concerto bom, mas que podia ter sido bem melhor não fossem as falhas técnicas e ''musicais''.

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Ficámos no mesmo palco para ver os Unknown Mortal Orchestra que nos presentearam com um enorme concerto, interativo, enérgico, de poucas falas mas o que importa? O feeling estava lá todo... ao contrário do que aconteceu em Paredes de Coura, no ano passado. Os músicos, surpreenderam, desta vez, pela positiva, apresentando um conjunto de músicas bem pensado que coincidiu, em tudo, com o que os presentes queriam ouvir. Foram muitos os que cantaram "So Good At Being In Trouble", "Funy Friends" e "Swin And Sleep". Um must neste festival. Apostamos que muitos desconhecidos da banda, se tenham tornado fãs imediatos após este fantástico concerto.

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São 22:10 e já se ouve gritos a chamar pelo Brushy, este exótico vindo directamente da Jamaica teve o maior publico a comparar com o espaço que havia para plateias noutro palco, mais de metade era de outras terras, entrou a hora certa, estava tudo maluco, toda a gente queria cantar e saltar, as letras que não se sabiam inventavam-se, e com Brushy a contar uma história para cada música, passou um concerto memorável (é daqueles nomes que como Kelis não se sabe bem de onde vieram mas ainda bem que apareceram), onde ainda se ouviu Bob Marley (“Redemption Song” e “No Woman No Cry”) e o grande hit “Chicken in the Corn” fez toda a gente cantar. Muitas selfies, momentos assim têm de ser guardados para sempre. Quando Brushy se foi embora, muito feliz, pelo que se notava, o público gritava outra vez por ele, queria mais uma musica mas a organização do coreto não deixou.

Pelas 22:35, enquanto noutro palco tocava a nova 'boys band' Foster The People, os Phantogram apresentavam no Palco Clubbing, o seu Electro Rock. Cantaram, dançaram e falaram para uma generosa plateia que optou por vê-los em vez de optar por ver PAUS ou rumar para os Foste The People. A sempre muito bem-disposta e comunicativa Sarah Barthel, cantou como só ela sabe fazer, numa mixagem perfeita entre os seus dois álbuns de estúdio. Phantogram não deixou ninguém indiferente, sendo que ambos admitiram estar muito felizes se estrearem e tocar em Portugal. O entusiasmo de Sarah (e sim, a voz dela é mesmo daquele timbre) e Josh eram percetíveis, sempre dançando com grande estilo e introduzindo todas as músicas que tocavam. Uma atuação triunfante que encerrou com o combo "Howling At The Moon" e "When I'm Small".

Depois de assistirmos ao concerto de Foster The People, ficámos com a certeza que são muito mais uma banda pop que indie. Recordando os hits que marcaram o verão de 2011, como “Pumped Up Kicks”, “Call It What You Want”, “Helena Beat” ou “Houdini”. Mais uma vez foi um concerto marcado por uma plateia maioritariamente do sexo feminino, que delirava com o show-off de Mark Foster. Apesar das canções do novo disco não convencerem ao vivo (e não só), o concerto foi interessante pelas canções acima referidas e as restantes de “Torches”, o primeiro álbum da banda. No cômputo geral, nada de inesquecível.

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A fechar o Palco NOS nesta edição do Alive, os Libertines aplicaram a máxima: foram poucos mas bons. Longe das enchentes proporcionadas por outros cabeças de cartaz, a banda de Pete Doherty, Carl Barât, Johnny Borrell e Gary Powell deu um concerto que entra diretamente no top dos melhores concertos deste ano de NOS Alive. Com muita cerveja à mistura (quer na banda quer no público), foram revisitados temas como “Boys In The Band”, “Music When The Lights Go Out” e “Don't Look Back Into The Sun”. O público teve ainda direito a um grande e excelente encore, onde ficou visível a química existente entre a banda e foram tocados temas como “Up The Bracket” e “France”. No fim, um fã sortudo levou o chapéu de Doherty para casa e ficou a certeza de que para os verdadeiros fãs foi um concerto inesquecível, apesar de alguns elementos na plateia terem demonstrado desconhecimento ou indiferença face ao concerto. Esperamos que esta não tenha sido a última vez que os Libertines estiveram em solo português.

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Entretanto, no palco clubbing fazia-se a festa com Nina Kraviz. A coqueluche do clubbing debitou uma set capaz de fazer com que os surdos ouvissem. Uma set variadíssima que deambulou entre o clubbing básico, passando pelo techno e pelo house, inclusive passando remixes mais psicadélicos (ao estilo de Panda Bear DJ Set, imaginemos). Ouviu-se de tudo e dançou-se de tudo. Nina Kraviz proporcionou o melhor ambiente do palco clubbing em todo o festival. Para quem não viu, que não perca da próxima vez que cá vier.

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O penúltimo artista a atuar no festival é Chet Faker. É 1:20 da manhã e o palco Heineken está a rebentar pelas costuras, nem o ar cabia lá, o facto de estar meio público sentado à espera não ajudou à circulação. Chet Faker entra em palco e é a histeria total. O público, maioritariamente feminino, não deixava ouvir a atuação como deve ser, devo mesmo dizer que não conseguia perceber sequer que músicas é que estavam a ser tocadas, simplesmente toda a acústica era um nó dentro dos ouvidos, mais longe do palco, lá a seguir à 500ª fila já quase no coreto conseguia ouvir tanto os gritos, as palmas, o uníssono e as músicas bem definidas como se fosse em estúdio. Apresentou o novo álbum Built on Glass, cantou “Im Into You” e “No Diggity”, que foram talvez as mais acompanhadas pelo público e acabou com uma versão em piano de “Talk is Cheap”. O público adorou, queria mais, tudo gritava. O palco ficou imensamente arejado logo após a atuação, deu espaço para esperar por Nicolas Jaar, e ainda bem que o ambiente não ficou em sardinha em lata.

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Um mês depois de ter estado no Porto em modo Darkside, Nicolas Jaar volta a território português em nome próprio para fechar o festival. Eram 2:55 quando o palco se enche de fumo, ainda eram bastantes os que ficaram até ao fim da festa no palco Heineken, com o bass de A-trak no palco ao lado por vezes a invadir a suave sonoridade de Nicolas Jaar, que apenas nos estava a preparar para um bass aveludado e forte que nos entrava nos ouvidos e nos fazia logo dançar. Uma brutalidade cheia de classe e carinho. Nicolas é de poucas palavras, deixou a música falar por si e fez ainda remixes de músicas de outros projetos. Foi um concerto espetacular a nível visual e sonoro. Ainda tivemos direito a encore mas o final deste acabou rápido, talvez porque um copo acabado de cerveja no fundo tenha voado em direção a Jaar e à sua mesa, ou se era simplesmente o fim.

Texto por Diogo Oliveira, Joana Brites e Pedro Francisco

Fotografias oficiais NOS e NOS Alive por Arlindo Camacho, Carlos Rodrigues, Hugo Macedo, Filipe Ferreira e Lino Silva
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em Reportagens

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