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O Martim @ Musicbox - Lisboa [6Fev2015] Texto + Fotos

12 de Fevereiro, 2015 ReportagensDiogo Alexandre

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Frio e chuva foi o que S. Pedro anunciou para a primeira sexta-feira de Fevereiro. Sendo esse o dia em que Martim Torres (líder musical do projeto O Martim) apresentava o seu novo disco: Horas Para Gastar Vol.1. O público, apesar das condições meteorológicas, não ficou por casa e deslocou-se em peso ao Musicbox para ver e ouvir em primeira mão como soa o novo trabalho d'O Martim ao vivo.

O aguardado concerto foi antecedido por um simples, mas eficaz, DJ Set de Sensi. Rodaram-se músicas de Jay Z, Beastie Boys, House Of Pain, mas não só de hip-hop/rap se compôs o set, também por lá passaram Arctic Monkeys, Chic, entre outros.

Por volta das 23h30, já com a casa cheia e após uma ilustre apresentação, Martim Torres sobe ao palco com a sua banda para interpretar quase de imediato “Cinderela do Cais”, escrita na altura em que a Rua Nova do Carvalho ainda não tinha sido (re)pintada e pendia mais para o grená do que para o rosa atual. Martim, sempre sorridente, prossegue com o concerto, até que chegou a vez do primeiro convidado subir ao palco. Falamos de Tiago Lamy, um amigo de infância do cantor, que fez os desabafos e os coros da música “Amor De Mão”, música que soltou muitas risadas no público. O título fala por si.

Os convidados continuam a chegar: é a vez de Samuel Úria. O cowboy de Tondela invade o palco com o seu banjo e com os seus 'moves' típicos em “Pode Ser”, música essa, em que Martim salta para a plateia e canta o refrão com o público. Seguem-se “Vai Ter de Ser” (descrita como “a melhor canção do disco”) com uma entrada muito à Strokes e o bendito single “Razão Da Distração” (com Cut Slack nos teclados) que põe toda a gente a dançar com a sua melodia uplifting, a contrastar, precisamente, com a música anterior. Fomos puxados do sub-zero para o oitavo andar em minutos.

Em “Intensamente Estúpida” junta-se o útil ao agradável e chama-se Sensi para fazer os diálogos e o rap do meio da música. Uma interpretação fidedigna ao registo de estúdio, que muito provavelmente não se voltará a repetir ao vivo. “De 5 em 7 Dias” termina com o alinhamento regular e deixa o público a cantar “Tu não vais voltar, de 5 em 7 dias tu vais mudar. Tu não vais vencer, de 5 em 7 dias vais desaparecer” e a pedir pelo encore, que chega poucos minutos depois com a primeira incursão nos temas do disco que o apresentou o artista ao mundo. “Banho Maria” e “Domingo De Manhã”, encerram de vez com a noite mas não antes de Martim Torres investir no belo do crowdsurf.

E assim se passou um bom início de noite de sexta-feira. Houve quem ficou, houve quem preferiu trocar de sala e houve quem se deslocou imediatamente para casa. Uma coisa é certa: independentemente de para onde foram essas pessoas, foram com certeza com um sorriso na cara.

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