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Optimus/NOS Alive 2014 - Dia 1

16 de Julho, 2014 ReportagensDiogo Alexandre

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NOS Alive

NOS Alive - Dia 2

Laura Mvula + José James @EDP Cooljazz
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O primeiro dia do Optimus Alive, que agora é NOS Alive, começou com o concerto de Noiserv. David Santos, o artista por detrás deste projeto, por entre mínimos problemas de som e dificuldade em saber quanto tempo tinha para tocar as suas canções (perguntou ocasionalmente quanto tempo faltava e sofreu um corte de som no fim), apresentou-nos os temas do seu mais recente álbum Almost Visible Orchestra perante uma plateia algo composta e que escutava atentamente ao concerto, com bastantes fãs a cantarem as suas músicas. Fica no entanto a sensação de que num ambiente mais fechado e intimista, este concerto teria sido melhor quer para o público quer para o próprio artista.

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Pouco depois das 18h, entra em palco o Inglês Ben Howard, foi ele o escolhido para abrir as hostes do palco NOS, neste primeiro dia de Alive. Ben Howard inicia o seu set com duas músicas novas (cujos nomes desconhecemos), para uma plateia bastante bem composta.

Segue-se "Black Flies", música algo triste, daquele folk que só ele sabe fazer. O primeiro grande momento surgiu com a interpretação de uma extended-version de "The Wolves", em que o cantor incitou o público (muito jovem) a cantarem a parte final da música com ele (''Love, love, love'' foi cantada por praticamente todos os que assistiam à atuação de Ben Howard. O mesmo se passou, pouco depois, quando o artista debita os primeiros acordes de "Only Love" (e eis que se ouvem os primeiros gritos histéricos das meninas que ali permaneciam (serenas até então), todas cantaram e todas foram felizes com os seus mais recentes namorados.
Seguiu-se "The Fear", música muito bem feita, que com o seu jingle de guitarra acústica, encantou os presentes e os fãs do britãnico. "Keep Your Head Up" foi a música que se seguiu e que, mais uma vez, pôs todo o público a cantar (tanto se ouviu isto no ano passado na Antena3).

O concerto acaba com mais uma música nova "End Of The Affair" (apresentada pelo cantor), uma malha calma, em crescendo que entreteu e manteve em respeito todos aqueles que não o conheciam, durante os mais de 7 minutos de música. Um concerto que esteve ao nível de uma boa banda de abertura, que saciou os fãs e entreteu os que apenas ali estavam para ver/ouvir as bandas que se seguiriam. De salientar as constantes falhas sonoras do palco principal ao longo deste concerto (e infelizmente, também, nos que se seguiriam).

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São 18:55 e com um público ainda meio perdido entre palcos e a fugir do sol escaldante, os Temples sobem ao palco Heineken na sua primeira vez em solo português. A plateia levantou-se e ainda se conseguiam ver uns quantos bons fãs destes ingleses cabeludos, vestidos à feira da ladra, muito 70´s, cabelos de invejar... Estilo não faltava. A apresentar o seu álbum Sun Structures, ainda fizeram uns jams lá pelo meio, estavam a conquistar público, e ainda conseguiam que o público cantasse algumas das suas canções como “A Question Isn't Answered”, “Keep in the Dark”, “Shelter Song” e “Mesmerise”. Fizeram ainda, provavelmente, o primeiro crowdsurf do festival, foi uma festa pop psicadélica que nos lembra os Tame Impala e também os The Beatles (Shelter Song é exemplo).

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Mais uma estreia em Portugal, desta feita foram os norte-americanos The Lumineers a terem o prazer de se estrear em terras Lusas... e que concerto deram. Houve tempo para tudo: covers, músicas novas, conversas com o público, coros, músicas tocadas LITERALMENTE no meio da multidão. Tudo começou com "Submarines", música presente no seu primeiro e único disco que dá pelo mesmo nome. Segue-se um cover, que quase ninguem da plateia conhecia, o que não foi motivo para o público não cantar, em uníssono com a banda, "Ain't Nobody Problem But My Own". "Flowers In Your Hair", de 1 minuto e meio, serviu de ponte entre o cover e seu hit-single "Ho Hey" (mais uma música que tanto rodou nas rádios nacionais, no ano passado). Todos cantaram, mas sem tirar fotografias, pois Wesley Schultz (vocalista da banda) pediu encarecidamente que os presentes desligassem os telemóveis durante a sua atuação, para a viverem melhor aquele momento (já tinhamos visto acontecer algo parecido em Neutral Milk Hotel, porém, dessa vez, foi quase feita uma perseguição a quem queria levar uma recordação áudio para casa). A calma instala-se e toca-se "Classy Girls", "Subterranean Homesick Blues" (de Bob Dylan, quer-nos parecer) e "Dead Sea". O concerto prossegue calmamente até que o acordeonista e vocalista decidem tocar "Darlene" e "Elouise" (praticamente desconhecidas do público) no meio da multidão, mas literalmente no MEIO. Wesley cantou e tocou em cima de duas cadeiras de Metal enquanto que o acordeonista Stelth Ulvang, trepava a torre da mesa de som e acabava mesmo por lá se fixar e tocar. Um momento histórico para o público e para o próprio festival. "Stubborn Love" dá mote a mais uma saraivada de coros para tudo acabar em "Big Parade". Um concerto que em nada, ficou a dever a qualquer outra banda presente nesse dia. Nunca pensámos que uma banda de Folk/Americana fosse capaz de dar um concerto tão enérgico.

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Pouco passava das 20h quando se ouviam os primeiros acordes de The 1975 no palco Heineken. Na "tenda", o som estava bom, mas o mesmo não se podia dizer da banda cujo vocalista é Matt Healy. Com a plateia cheia de corajosas que não foram guardar lugar no palco principal, as músicas pareciam todas iguais, não existia definição sonora e os gritos estridentes também não ajudavam. Os olhos e braços seguiam Matthew Healy, vocalista desta “boys band” que fazia o público cantar tanto o single “The City” como “M.O.N.E.Y”, “Robbers” ou “Girls”. A banda fechou com a música “Sex”, um soutien voa para o fosso e as meninas lá decidiram ir para o palco principal guardar lugar para mais logo.

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Um pouco ao lado, no palco NOS Clubbing estava a atuar Pantha du Prince. O ambiente não era, provavelmente, o esperado. O palco estava em modo piquenique, o chão em vez de copos de plástico estava cheio de pacotinhos de sumo e guardanapos usados. Um “Electroacustique-experimental-minimalista” que se fez soar muito cedo, ainda havia muito sol e calor para este Dj de Hamburgo. Felizmente era só um aquecimento, o público a sério esperava-o mais logo na actuação de Jamie XX and friends.

20:50 em ponto, entram os jovens Imagine Dragons, que pela quantidade de pessoas que por lá se encontrava com tshirts e que cantava todas as suas músicas do início ao fim, pareciam mesmo ser os headliners do dia. O concerto inicia-se com "Fallen", passando por "Hear Me" e inclusive até por um cover dos Blur ("Song 2", que mais poderia ser?), que o público acompanhou na plenitude da sua ignorância, errando constantemente os tempos de entrada dos ''ohh-oh'' e desconhecendo por completo a letra da música. De salientar a presença em palco da banda, especialmente a do vocalista Dan Reynolds, que tudo fazia para interagir com todo o público presente no festival, correndo constantemente de um lado para o outro, esbracejando e saltando, atirando de forma feliz e voluntária toda a energia que conseguia para o público. Os momentos altos do concerto foram as interpretações dos singles "On Top Of The World" (música da vodafone que os deu a conhecer ao mundo) e "Radioactive" (que encerrou o concerto). Um espetáculo em que não existe nada a apontar, interpretação exímia das suas músicas, boa presença em palco e uma interação com o público soberba. A tudo isto, junta-se um público que, em tudo, contribuiu para o bom-funcionamente e quebra de gelo do espetáculo. Nada a apontar.
Se gostamos ou não da música dos norte-americanos, isso já é outra conversa...

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Pelas 21:45, Tiago Bettencourt sobe ao palco Heineken. Qualquer português sabe umas tantas músicas deste grande artista, mas os estrangeiros também andaram lá a espreitar e a bater palmas, apesar de muito poucos. Tinha um público decente, quem estava ali, estava porque queria, e Tiago não falhou na opção destes quantos. Um concerto cheio de energia, afinal tínhamos de fazer barulho para abafar o palco principal nas musicas mais acústicas, e conseguimos. Muitas palmas, muita cantoria, o grande momento foi, como seria de esperar, na “Carta” com toda a gente a cantar, muitos braços no ar e ainda alguns isqueiros acessos. Perto de acabar canta “Morena”, single do novo álbum Do Princípio, menos conhecida no público mas não menos aplaudida. Um concerto algo surpreendente num dia de malta nova a passear no festival. Uma boa alternativa ao que faltava do concerto de Interpol.

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Os Interpol sobem ao palco e dão de caras com um público claramente desconhecedor das suas músicas, o problema não era só esse... era um público desconhecedor e que preferiu permanecer atrás do seu véu de ignorância, perante uma das bandas mais representativas do melhor indie rock feito no início do século. Como já vinhamos notando, a média de idades do público presente na primeira metade do Palco NOS, devia rondar os 15 anos (e não estamos a exagerar, avistámos muitas raparigas e rapazes que pouco mais de 10 teriam). Obviamente com um público que venera os 5 Seconds Of Summer e os One Republic (que faziam questão de cantar enquanto passavam os spots publicitarios da Everything is New) não se pedia que soubessem todas as músicas dos Interpol na ponta da língua, ou que sequer os conhecessem, no entanto, exigía-se respeito, coisa que faltou a muitos dos presentes.

A banda de Paul Banks e companhia (que desta feita não se restringia apenas a um trio, contando com a presença de vários músicos ajudando e uma melhor performance das suas músias), começou o set com "Say Hello To The Angels" (música do aclamado Turn On The Bright Lights), seguida de "Evil", que com o seu baixo contagiante pouco mais fez do que levantar algumas mãos perante as cerca de 50mil pessoas que se encontravam de frente para o palco principal. Nas filas da frente começavam as primeiras meninas a sentarem-se, pois por esta hora já deviam ter passado os patinhos na tv e o cansaço já era notório. "C'mere" continuou na onda revivalista da banda (confessamos que com álbum novo à porta e em contexto de festival, nunca pensámos que os Interpol fossem 'buscar' tantas musicas aos primeiros álbuns) e foi apenas à 4ª música que se ouviu um tema novo, "My Desire" (de El Pintor, que sairá em Setembro deste ano). O concerto continuou com cada vez menos crianças em pé... atrás de nós encontravam-se 3 filas completamente sentadas e chegámos a ouvir pessoas a manifestarem-se negativamente sobre quem gostava e vivia o concerto. Nunca "Not Even Jail" fez tanto sentido.

O concerto prosseguiu no mesmo ambiente apático por parte do publico, passando por "Narc", "NYC", "Leif Eriksson" e, posteriormente, terminando com "PDA" e "Slow Hands". Um concerto bastante agradável, com um alinhamento que passava por todas as fases da sua carreira, que poderia ter sido melhor não fosse a falta interação e curiosidade por parte do público. Esperemos que voltem, desta feita, em nome próprio, tocando para um público que faça jus a quem são os Interpol.

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Já são 22:35 e o Coreto G-star Raw fica a rebentar de gente em palco, Manuel Fúria veio com os Náufragos, um palco pequeno para tanta gente, e uma plateia pequena para tanta gente também. Boa onda, boa cena à portuguesa, a salganhada de violino, baixo, bateria, guitarra… é caso para dizer "Que Haja Festa Não Sei Onde", mas nós sabemos, era aqui. Estava a deixar toda a gente contente, mas o Manuel queria mais, queria público unido, queria pessoal mais para a frente, queria saltar, queria navegar numa plateia que não deixou ninguém naufragar.

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Faltavam 5 minutos para a meia-noite quando começou no Palco Coreto a atuação de Sequin. Ana Miró, a cara por trás deste projeto e que lançou recentemente o seu álbum de estreia Penelope, deu um bom concerto, embora curto, tocando as músicas deste álbum virado para o electro-pop e demonstrando um grande à vontade, interagindo bastantes vezes com o público (o palco do Coreto ajuda bastante à interacção) que retribuiu ao dançar e cantar os seus temas. Ficámos com vontade de ouvir mais e com certeza o iremos fazer muito brevemente.

A alternativa ao público estridente e aos Arctic Monkeys era no palco Heineken. Kelis veio tentar ganhar terreno fora de contexto, chegou atrasada, talvez para se juntar mais gente, com um palco cheio de glam em dourados e brilhantes em todo o lado. Kelis trouxe a banda toda, desde bateria a instrumentos de sopro que a iriam ajudar a superar o barulho vindo do palco principal. Um concerto muito curto, com muito pouca gente mas o suficiente para se entoar os maiores êxitos, abrindo o concerto com “Trick Me” (ohhooohhhohoh), vinda diretamente de 2002. O concerto prossegue, sempre com o público chegando-se cada vez mais ao palco Heineken (que apenas ficou a sensivelmente um quarto da sua capacidade), e Kelis canta os seus hinos de R&B e Soul, com a sua voz rouca bem incorporada em ''Breakfast'' e “Rumble”. “Milkshake” pôs todos na tenda a dançar como se não houvesse amanhã! O concerto acaba com “Forever Be” e ”Acapella”, sempre com Kelis bem-disposta e sorridente, porém, pouco comunicativa. Soube a pouco, mas foi uma alternativa espetacular. É um orgulho para alguém poder dizer que viu a Kelis ao vivo!

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Terminado o concerto de Arctic Monkeys, não nos parece que tenha sido algo de inesquecível. A banda liderada por Alex Turner presenteou-nos com um concerto em modo de piloto automático, com pouca chama (onde andam os velhos Monkeys?) juntamente com várias falhas quer na guitarra quer na bateria. No entanto, a quantidade enorme de público que se notava junto do palco NOS (e em todo o recinto; aliás este dia tornou ainda mais visível as limitações do recinto) pareceu não ligar a estes problemas e vibrou com os temas tocados pela banda que abrangeram todos os álbuns desde o enorme Whatever People Say I Am, That's What I'm Not até ao péssimo AM. Com direito a encore de 3 músicas de onde se ouviu por exemplo “R u mine?”, fica a sensação que o público maioritariamente adolescente e do sexo feminino vibrou mais com as músicas do novo álbum do que propriamente com as grandes canções do passado. Um concerto medíocre, mas temos esperança que os AM recuperem a forma/qualidade do passado.

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É altura de voltar ao palco Heineken, desta vez para a estrondosa atuação de Parov Stelar Band. Com o Heineken afogado em energia e cor, a malta do palco deu-se a conhecer da melhor maneira, ninguém ficou indiferente a este concerto, era só abanar o corpo e bater palmas, bater muitas palmas, tal como o álbum manda Clap Your Hands. A festa era de Cleo Panthon, vocalista da banda, que fazia anos neste dia e decidiu partilhar a festa toda com o pessoal de Algés. Muita dança no meio de um trompete, saxofone, bateria, baixo e o cérebro da festa, Parov Stelar na mesa a coordenar a debandada. A primeira vez em Portugal deste festim ambulante ficou marcado pela boa disposição.

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Para fechar este primeiro dia de festival, convidaram os Alemães Booka Shade, o duo electrónico, que se mostrou bastante alegre sobre a sua vinda a Lisboa, debitou o seu house e trance em modo live-act. Um set surpreendente que cumpriu, em tudo, com o que se queria para encerrar em beleza este dia 10 de NOS Alive! À set não faltaram temas como "Night Falls" (tocada logo ao início), "Body Language", "Unhealthy Pleasures" e "Charlotte" (tema que encerrou o concerto e acabou com a festa vivida no palco Heineken).

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Texto por Diogo Oliveira, Joana Brites e Pedro Francisco

Fotografias oficiais NOS e NOS Alive por Arlindo Camacho, Carlos Rodrigues, Filipe Ferreira e Lino Silva
por
em Reportagens

Optimus/NOS Alive 2014 - Dia 1
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