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PAUS @ Lux - Lisboa [14Fev2015] Texto + Fotos

18 de Fevereiro, 2015 ReportagensDiogo Alexandre

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Lux Frágil

Amon Amarth + Huntress + Savage Messiah @Hard Club - Porto [11Fev2015] Texto + Fotos

Imploding Stars + Davide Lobão @Plano B - Porto [13Fev2015] Texto + Fotos
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Pouco passava das 23h quando os PAUS subiram ao palco do Lux Frágil. A casa estava cheia para esta primeira data da tour europeia, a boa disposição reinava e a energia também. Sem grandes conversas, “Língua Franca” e “Mudo e Surdo” foram tocadas de seguida, tendo esta última soado bastante diferente da versão original.

“Esta música é dedicada à margem sul, ao hip-hop... e é chamada Carlão” foi que proferiu Joaquim Albergaria antes de se atirar a Clarão, soltando bastantes sorrisos no público. O concerto prosseguiu sempre com o público a trocar palavras com os músicos. Com as primeiras palavras de “Bandeira Branca”, o público que, até então, estava em modo “sardinha enlatada” começa a distanciar-se, devido ao pequeno mosh pit que surgiu bem no meio da sala. “Pontimola” não apaga a chama que se acendeu nos corações dos espectadores e, no final da mesma, ouvimos um fã a gritar: “Toca a Nó!”, ao que Hélio respondeu: “essa fica para depois”. A verdade é que embora os pedidos pela reprodução de “Nó” fossem intermináveis, a mesma não acabou por ser tocada, apesar de ter sido anunciada várias vezes até ao final do espetáculo, deixando os mais desprevenidos sem saber qual era, afinal, a música pedida com tanto fervor.

“Malhão” e “Primeira” acalmam a “raiva” do público para depois tudo enlouquecer ao som de “Corta Vazas”. Viu-se mosh, crowdsurf, muitos saltos, muitos gritos e mãos no ar. Foi sem dúvida uma das músicas mais bem recebidas do novo disco. Seguem-se “Deixa-me Ser”, o derradeiro single da banda, que, tal como aconteceu com “Mudo E Surdo”, soou bastante confusa. Não se entendia o que cada um tocava (sonicamente) ao ponto de nos perdermos na música. Seguiram-se os agradecimentos à Universal, à Arruada e ao Lux Frágil, visto ser a nona vez que a banda toca nessa mesma sala.

“Pelo Pulso” foi guardada para o final, fechando o concerto com chave de ouro! Pedia-se mais. A duração de 1h10min para um concerto dos PAUS soa sempre a pouco, contudo poucas foram as músicas deixadas de fora, mas algumas faziam mesmo falta, como o caso de “Lupiter Deacon” e a tão pedida e esquizofrénica “Nó”.

Aguardemos então por mais um registo discográfico destes siameses, para assim as sets poderem ser mais longas. De referir, também, a paciência que os membros da banda tiveram em assinar os vários discos, setlists e papéis que os fãs levaram para o concerto.

O resto da noite ficou entrega aos DJ Sets desses mesmos PAUS e, mais tarde, aos de Zé Pedro Moura e Rui Vargas.

por
em Reportagens
fotografia Hugo Adelino

PAUS @ Lux - Lisboa [14Fev2015] Texto + Fotos
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