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Reportagem NOS Primavera Sound, 2º dia 06/06

07 de Junho, 2014 ReportagensBruno Pereira

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NOS Primavera Sound

Reportagem NOS Primavera Sound, 3º dia 07/06

Reportagem NOS Primavera Sound, 1º dia 05/06

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Eram 16h30 e já se adivinhava um melhor ambiente do que no dia anterior, os caps quase que desapareceram (porém, o da Emily Kokal, das Warpaint manteve-se intacto durante todo o concerto), para dar lugar às camisas com padrões, sapatos e jeans apertadas.


Coube aos HHY & The Macumbas, abrir o segundo dia do NOS Primavera Sound. Vestidos a rigor, como se de um festejo tribal se tratasse, os músicos apresentaram-nos as suas músicas de cariz tribal com algumas influências de dub. Um concerto potente, tendo feito mesmo abanar algumas cabeças do pouco público que se encontrava na colina do Palco Super Bock. O seu maior trunfo, Moumfort, foi deixado para o final da atuação. Ainda houve direito a bênção de Whiskey por parte da banda ao público.


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Eram praticamente 6 da tarde quando os Torto subiram ao Palco NOS. A julgar pela pinta dos músicos da banda portuense, creio que ninguém diria que três homens de meia-idade conseguissem revelar tanta frescura em palco e oferecer-nos um som com tanta pujança. Um Pós-Rock encorpado que tanto alternava ritmos alucinantes como composições mais ambient, ao estilo de uns bons Mogwai, que mais tarde subiriam ao mesmo palco. Uma bela surpresa para quem não conhecia e certamente um nome a ter em atenção.


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18h30 (devido aos atrasos do palco ATP), entram em campo os Föllakzoid, banda Chilena, que debitou em cerca de uma hora de atuação, todo um universo de psicadelismo e reverb, sendo talvez uma grande surpresa, principalmente para quem ainda não conhecia. Ofereceram-nos uma atuação coesa e pensada, com tudo o que um concerto do género "pede", musicas de 8 minutos, muitos pedais e muitas jams, fizeram as maravilhas dos presentes, um must neste festival. Esperemos que cá voltem brevemente.


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Depois de sairmos da onda psicadélica emergente do Palco ATP, deslocámo-nos para o palco inferior (em termos geográficos e não de qualidade musical, claro está) para vermos os americanos Midlake. O pouco público presente não interferiu na prestação da banda, presenteando-nos com algumas das melhores músicas do género feitas até então. Apesar da troca do vocalista, a vibe continua a mesma. Concerto, como de esperado, baseado, essencialmente, no seu último longa-duração Antiphon, correu naturalmente, sem grandes percalços, tendo os momentos mais altos, sido guardados para o fim (tal como era de esperar). The Old And The Young e Head Home foram as músicas escolhidas para encerrar este concerto bem articulado e estipulado que não desiludiu quem lá esteve presente, chegando mesmo a surpreender alguns…


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O palco ATP estava ainda a recuperar de uma malha de Space Rock infinita que se prolongou durante cerca de uma hora (estamos a falar dos Föllakzoid, claro está), quando os Television entraram em palco. Em conversa antes do concerto, discutia-se se iam interpretar um dos melhores discos que alguma banda presente nesta edição do NOS Primavera Sound terá feito. E, se a idade não ajudava a que se ouvisse com clareza a voz de Tom Verlaine, já para lá dos 60 anos, e mesmo não sendo a mesma a atitude punk e explosiva que demonstravam quando lançaram Marquee Moon em 1977, a competência estava toda lá. A autêntica ópera em constante gradação de emoções chamada "Torn Curtain" e os riffs históricos (e de influência máxima para todo o rock que seguiu ao disco interpretado na íntegra pela banda) de malhas como Friction, See No Evil ou Prove It levaram ao rubro o público sedento de rock & roll. Marquee Moon, a "Stairway To Heaven" dos pós-punkers, fechou da melhor maneira, entre três ou quatro solos e outros tantos regressos ao riff inicial, um concerto que marcou uma viagem de 1977 até 2014, sem se notar tanta diferença como isso.


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Praticamente ao mesmo tempo entravam no palco NOS as Warpaint. Concerto muito baseado no seu último álbum, o que prejudicou em parte a sua actuação, face ao desconhecimento de algumas das novas músicas por parte do público e da ausência de "clássicos" essenciais. Apesar de tudo e do pouco público presente no palco principal do Primavera Sound (vítimas de terem sido colocadas ao mesmo tempo da reunião dos Television e de um pré-Slowdive), as 4 ‘amigas’, nitidamente cansadas, cumpriram com as suas funções, fazendo o melhor que conseguiram neste seu último dia de tour. Um concerto que surpreendeu, apesar da debandada geral nas últimas três músicas, pelo cover que fizeram de David Bowie (Ashes To Ashes) e pela sempre boa de se ouvir Elephant, cujo riff ainda ecoa nas nossas cabeças. Os conhecedores e fãs da bandas ficaram satisfeitos.


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É às 21h que acontece uma das mais difíceis decisões do festival, com Slowdive e Pond a tocarem praticamente ao mesmo tempo. No palco ATP os australianos aparecem perante uma numerosa plateia, mais do que o expectável até. Logo a abrir, Million Head Collide, também faixa de abertura do mais recente disco Hobo Rocket, a mostrar um pouco da intensidade que ia ter este concerto. Depois de uma música mais calma e de uma jam, Giant Tortoise levou o público à loucura completa onde rápido se instalou um enorme moshe e como não podia deixar de ser, Tomás Wallenstein, vocalista dos Capitão Fausto, a inaugurar o crowdsurfing. Certamente o concerto mais intenso do dia, mas entretanto lá mais abaixo no palco Super Bock começava-se a escrever história…


Perto das 22.30 termina um dos melhores concerto desta edição do festival. Os recém-reunidos Slowdive, um das bandas percursoras do shoegaze deu um concerto de sonho, passando por todos os seus três álbuns, mas mais afincadamente no (seu melhor) Souvlaki. Não faltaram músicas por tocar, nem o noise dos pedais, nem a timidez de Rachel. Tudo se inicia com a música homónima, seguida de Avalyn e Crazy For You (do mais experimental álbum de shoegaze/electronica alguma vez feito nos 90: Pygmalion). Catch The Breeze (primeiro momento de êxtase do concerto), retirada do álbum que os deu a conhecer ao mundo, foi a que sucedeu. Ao nosso lado ouvíamos um senhor, já na casa dos 45 anos, dizer para os colegas: "Estou há 25 anos à espera disto!", "É um momento para a posteridade", e era mesmo… o show prossegue com Blue Skied an’ Clear e Machine Gun (música em que avistamos as primeiras manifestações emocionais do concerto). Após toda a comoção fez-se ouvir Souvlaki Space Station (arriscamos a dizer que esta é a verdadeira obra-prima da banda), o som dos pedais, os altos e os baixos e a variação sonora, o sonho e a calma aparente do público, tudo se enquadrou neste tema), seguido dos maiores hits da banda When The Sun Hits e Alison, consideremos estes os momentos altos pois foi quando o público demonstrou que estava mesmo ali, dançando e cantando (levemente, como se quer) com a banda. Após todos estes momentos, a banda prossegue com uma visão mais calma sobre o mundo em Morningrise, debitando uma verdadeira Wall Of Sound em She Calls (mais outro momento alto) e finalizando tudo com Golden Hair. Não entendemos muito bem o porquê do público se ter vindo a ausentar na parte final do concerto… Se víssemos o concerto dos Slowdive como uma vida-humana, podíamos dizer que Avalyn e Crazy For You é a infância e criação do ser, com todo o experimentalismo, inocencia e algum minimalismo na música, o período de Machine Gun a Alison é a adolescência, com todo o drama (índole suicida) e irreverencia própria daquela faixa etária, a Morningrise e She Calls é a fase adulta e Golden Hair é a fase da experiência/saudade. Todos nós vivemos e renascemos após este concerto de Slowdive.


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Enquanto o Palco NOS se enchia de uma multidão para ver o concerto mais aguardado da noite, o dos Pixies, houve quem tivesse preferido dar um salto ao Palco ATP onde iriam tocar os canadianos Godspeed You! Black Emperor. Conhecidos pela imprevisibilidade (quase sempre no bom sentido) e pelas actuações ao vivo preenchidas por momentos de acalmia e drones que se prolongam por vários minutos ao mesmo tempo que se vão atingindo momentos de autêntica convulsão sonora. E, como os que conhecem a banda esperavam, o coletivo liderado por Efrim Menuck deu, um dos melhores concertos do festival. Passando por autênticos épicos do Pós-Rock como Storm, retirado de um dos melhores álbuns de todos os tempos, Lift Your Skinny Fists Like Antennas To Heaven, ou o mais recente drone Mladic, o violino de Sophie Trudeau, juntamente com as guitarras de Mike Moya e Efrim, ou a bateria quase militar de Aidan Girt, puseram grande parte do público que os viu num estado de transe. Sensorialmente inesquecível. Musicalmente explosivo. Pouco mais se pode dizer sem ser: experiência de uma vida.


Entretanto no palco NOS, os Pixies entram em palco perante um público que atravessava gerações, sinal claro que a histórica banda continua a cativar muita gente. Apresentaram um alinhamento que atravessava a história da banda de um lado ao outro apesar de recentemente terem lançado Indie Cindy. Deste mais recente trabalho resultaram os momentos menos efusivos do concerto por parte do público e foi com os grandes clássicos da banda que tudo vibrou. Um concerto não tão intenso como o do ano passado em Lisboa mas mesmo assim não faltou o habitual moshe e crowdsurfing dos mais entusiasmados mais lá à frente. Já na reta final Joey Santiago fez uso de um ramo de flores para com ele "esgalhar" na guitarra a electrizante Vamos. Logo de seguida começaram-se a ouvir os primeiros acordes de Where Is My Mind e rápido Black Francis tem a companhia de um enorme coro por parte do público para acabar em beleza um concerto competente mas um pouco aquém das expectativas.


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Trentemøller, outra grande surpresa do dia, começou o seu espetáculo (na verdadeira ascensão da palavra) por volta das 00h15. Debitou músicas dos seus últimos dois álbuns que coexistiram pacificamente durante todo o show. Trentemoller ofereceu-nos um concerto completo, sendo que Miss You autêntico laivo de genialidade do Dinamarquês, foi das músicas mais tocantes da atuação, com o seu xilofone a fazer maravilhas. De referir a prestação exemplar das bailarinas em algumas das músicas mais orelhudas e da constante interação corporal do artista com o público. A última musica foi reservada a um cover/remix de Thinking Of You dos The Cure, uma excelente atuação pré-Mogwai, que serviu para abrir o apetite para os mesmos.


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Uma das principais virtudes do Primavera Sound é conseguir trazer alguns nomes que estão há muito parados, um pouco como faz o Coachella todos os anos. Nesta edição entram neste "saco" bandas como Slowdive, Television, Slint e Loop. Estes últimos entraram no palco ATP por volta da 1 da manhã e presentiou o público presente com o seu som caracteristico, um rock alternativo com laivos de psicadelismo, shoegaze e post-punk. Muitos podem dizer que têm um som demasiado genérico mas qualquer amante de rock que esteve ali de certeza que não deu o tempo como perdido.


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01h25. Os escoceses Mogwai fizeram jus à fama britânica da pontualidade e subiram ao palco bem à hora marcada. I'm Jim Morrison, I'm Dead deu início a um concerto que foi a personificação do (para muitos o melhor) Pós-Rock que se fez desde 1997, ano de lançamento de Young Team, o primeiro, mais bem conseguido e certamente mais influente disco da banda de Glasgow: começando de forma mais ambient, passando por a novíssima Master Card e por Rano Pano e How To Be A Werewolf. A intensidade foi subindo até atingir níveis ensurdecedores, a piscar o olho ao Pós-Metal. Mesmo contando com músicas de um estilo diferente, mais electrónico, apresentado no disco lançado em 2014, Rave Tapes, não faltaram clássicos como Hunted By A Freak ou Mogwai Fear Satan (esta última saída desse álbum-marco de 1997) que elevaram os décibeis a um grau nunca antes atingido nesta sexta-feira de festival. Batcat fechou de forma quase assustadora, como, de resto, muitas malhas de Mogwai conseguem ser (olá Like Herod). Um concerto que prova que a banda de Stuart Braithwaite não tem medo em se reinventar e revela ainda uma frescura em palco condizente com o vigor demonstrado pelo seu Pós-Rock em constante transformação.


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1h30, tenda cheia para ver um dos mais vibrantes projetos atuais, Darkside. O génio da eletrónica Nicolas Jaar entra em palco com o multi instrumentista Dave Harrington e ao fim da primeira música, Freak, Go Home já toda a gente está a dançar e a saltar. Começam os primeiros acordes de Paper Trails e ouve-se logo uma ensurdecedora ovação, o cenário negro do palco dá lugar a luzes alaranjadas que dava para definir perfeitamente aquilo que estava a acontecer, a tenda do palco Pitchfork estava completamente incendiada e não havia certamente ali uma alminha que conseguisse não se estar a mexer. Uma hora de concerto que passou a correr.


A correr fomos também até ao palco ATP ver os últimos minutos de Shellac. Pode-se dizer que são a “banda residente” do Primavera Sound, uma vez que são totalistas, mas devido à qualidade dos cartazes tem sido muito difícil ver os concertos desta banda de Steve Albini. Desta vez beneficiaram do atraso que o palco ATP teve durante praticamente todo o dia e que retardaram a também sua entrada em palco, que assim conseguiram angariar muitos resistentes no público vindos principalmente do Mogwai que entretanto também já tinha acabado. Podemos ver um Steve Albini no seu estilo habitual e ainda houve forças para lá à frente um moshe já na última música e logo de seguida Albini e o baixista Bob Weston iam desmontando a bateria e Todd Trainer ficava assim sem condições para continuar a tocar, um final um pouco cómico de uma banda que não sabe dar maus concertos.



Texto de Bruno Pereira, Diogo Oliveira e Luís Sobrado

Fotografias oficiais do NOS Primavera Sound de Hugo Lima
por
em Reportagens

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