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Reportagem Sequin + Atillla [Passos Manuel, Porto]

27 de Maio, 2014 ReportagensLuís Sobrado

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Passos Manuel

Rock in Ronny 2014

Reportagem Black Bombaim @ ZdB 10/05/2014
sequin reportagem

A sala do antigo cinema Passos Manuel, bem junto ao Coliseu do Porto, previa-se cheia para assistir à actuação ao vivo da mais recente coqueluche da pop nacional, Sequin. Penelope, disco de estreia lançado este ano pela portuense Lovers & Lollypops, tem em "Naïve" e "Beijing", por exemplo, duas das músicas que mais airplay têm tido pelas rádios nacionais (as que interessam, entenda-se), e o público da invicta fez esgotar todos os bilhetes disponíveis para assistir à apresentação em carne e osso destas e outras malhas da pop dançável carregadas de inspiração oriental que Ana Miró terá bebido dos seus tempos de colaboração com Jibóia.


A abrir, os portuenses Atillla, em formato duo (bateria e teclados), invadiram o palco e os nossos ouvidos com a electrónica de influências industriais e assumidamente sombria e agressiva que já tinham oferecido nos quatro discos de estúdio já lançados (todos eles disponíveis para audição e download legal no bandcamp do projecto).


A falta de originalidade dos títulos dos seus lançamentos (I, II, III e IV) foi, em parte, transportada para a actuação da banda ao vivo. As batidas repetidas pela bateria até à exaustão e com um grau de variação tão mínimo como a qualidade de uma intervenção humorística do Nilton só conseguiram entreter o público durante os primeiros cinco minutos da actuação. Os teclados, na verdade, também não ajudavam: linhas noisy e pouco perceptíveis de teclado não eram o que público estava ali, nitidamente, para ver. O Passos Manuel queria dançar.


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E assim que entrou a sempre sorridente e bem-humorada Ana Miró em palco, o público foi imediatamente contagiado pelo seu espírito irresistivelmente joyful. Logo a abrir, "Flamingo" fez levantar das cadeiras os mais desinibidos e os mais inebriados pela bebida da noite portuense, que rapidamente se colocaram na frontline. A natural de Évora encarregava-se das melodias com o seu teclado, sendo ainda acompanhada por um baixo e um outro teclado que ajudavam à festa.


Seguiam-se "Heart To Feed" e "Origami Boy", dois momentos mais introspectivos de Penelope que deram também início às incidências mais infelizes da noite: as falhas técnicas do som da sala que prejudicavam os instrumentos de Ana Miró e de quem acompanhava aconteciam a um ritmo certamente desolador, mas a atitude constantemente bem-humorada da mentora do projecto Sequin contagiava as pessoas e fazia com que todo e qualquer problema fosse transformado num momento de interacção sempre bem conseguida com o público.


"Peony", mais uma das faixas de inspiração oriental presentes em Penelope, e "Mercurio" abriam caminho para "Meth Monster", faixa de abertura do disco de nome mitológico e oportunidade para um apelo anti-drogas por parte de Ana Miró, rapidamente compensado com aplausos. "Crimson" voltava a aumentar o ritmo da dança no Passos Manuel, sendo que cada vez mais público se aproximava do palco, o que conseguia, a espaços, arrancar mais um sorriso humilde e agradecido de Miró.


Mesmo com falhas técnicas e até repetições da música pelo meio, "Hikaru Garden" foi mais um momento em que o público se mostrou solidário com os três músicos em palco, animando-os ao som de mais uma dança, até chegar "Naïve", mais um dos momentos não só dançáveis como cantáveis do concerto, visto ser este um dos singles já lançados por Sequin.


Seguia-se o encore, e Ana Miró voltava sozinha ao palco para apresentar "SVU", canção nova e de um estilo bem diferente do que Penelope nos pode oferecer: claramente mais dark e introspectivo, mas com uma sonoridade e harmonia voz-instrumento igualmente fresca, pode ser um sinal do que nos reserva o futuro deste projecto.


Por fim, e já com banda, "Beijing", certamente a música mais pedida durante todo o concerto, acabou por fechar da maneira mais inevitável: acompanhada vocalmente nos refrões por um Passos Manuel extremamente bem composto, Ana Miró pôs um ponto final à sua actuação em que, tecnicamente, tudo ou quase tudo correu mal, mas que em termos de interacção com o público e performance em palco foi um sucesso inegável. Venham mais malhões pop como "Beijing". Nós agradecemos.


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Texto de Luis Sobrado

Fotoreportagem de Tiago Santos
por
em Reportagens

Reportagem Sequin + Atillla [Passos Manuel, Porto]
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