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[Reportagem] Vinho Folar e Rock'n Roll 2014

13 de Julho, 2014 ReportagensFreitas

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Vinho Folar e Rock'n' Roll

Laura Mvula + José James @EDP Cooljazz

[Reportagem] Suzanne Vega + Márcia @EDP Cooljazz
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O dia parecia estar perfeito para uma tarde bem passada ao pé do rio, com um pouco de vinho e folar. Mas antes disso tudo precisávamos de descer alguns caminhos e estradas, que não ganhavam muito pelo seu piso regular, mas sim pelas suas etapas, improvisadas, de rally.

Quando por fim chegamos ao rio Rabaçal, já algumas pessoas se encontravam a fazer os últimos preparativos para um dia que prometia ser um tanto diferente do normal. Com um espaço já ocupado por algumas famílias que provavelmente deviam ter chegado logo pela manhã. Já se conseguia prever que animação não iria faltar, pois a pequena praia fluvial já se encontrava povoada por alguns amantes dos típicos banhos de sol.

Enquanto o espaço se ia compondo, e as toalhas espalhavam-se pelos bocados de relva que preenchiam o pequeno espaço, alguns pormenores finais iam sendo feitos, e logo de seguida começamos a ouvir as primeiras cordas a serem tocadas. As pessoas em frente ao palco, sentadas nas pedras e algumas já a confraternizar ao pé da rulote, iam dando uma espreitadela ao que se ia passando no pequeno palco do VFR. Era o Miguel Melo a testar o som e a preparar-se para cantar alguns covers de músicas que quase todos as conheciam, para assim começar a tarde da melhor forma.
Com vários acústicos e várias piadas pelo caminho, lá íamos percorrendo as típicas músicas que marcaram várias gerações. Mas as pessoas queriam ver o movimento explosivo das bandas que por aí vinham, e não tiveram de esperar muito.

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Com o sol ainda a raiar pelas árvores, subiram ao palco os 605 Forte, que logo desde o início não deixaram passar que só tinham tido dois dias de ensaio, mas poucos devem ter dado. Pois, com alguns covers que conseguem prender sempre alguns fanboys, os 605 Forte até conseguiram animar um público que ainda estava a digerir uma espécie de lanche em formato de almoço. Com um momento em que pudemos ouvir a música 'Não me toca' de Anselmo Ralph, em formato muito mais interessante que a original, e alguns covers de Artic Monkeys, entre outros. A tarde estava a ser positiva vendo pelas caras das pessoas que cada vez mais preenchiam o recinto, embora os problemas nos amplificadores e colunas continuavam a ser um bicho de sete cabeças.

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Com as primeiras brasas a fazerem prometer um bom jantar, os PadariaGanG subiram ao palco, como que se de uns cabeça de cartaz se tratassem, e a verdade é que fizeram por merecer as palmas que receberam. Com uma presença em palco que muitas bandas sonhavam ter, marcaram o dia com várias descidas ao recinto pelo guitarrista e vocalista da banda: Hugo Picamilho. A verdade é que quando Hugo Picamilho fazia uma descida para ir ter com o público, as músicas continuavam a ser tocadas no palco pelo resto da banda, e eram sempre soltadas várias gargalhadas pelo caminho.
Depois de vários momentos diferentes, como por exemplo um momento em que pudemos ouvir um pouco de: 'Frique frique, Dá-lhe!!', e muitas outras músicas que fizeram várias pessoas puxar pelas cordas vocais, e assim soltar umas gargalhadas. Os PadariaGanG deixaram todos prontos para o que viria a seguir. O jantar!

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Enquanto alguns ainda comiam um impecável churrasco, que à muito não me sabia tão bem, os Tales and Melodies começavam a sua atuação, num formato muito mais calmo em relação à última banda que nos tinha deixado com convulsões. Em formato acústico, José Santos conseguiu acalmar muitas pessoas com uma boa voz, que encheu todo um espaço com músicas conhecidas, como as restantes bandas o tinham feito nas atuações anteriores.
Com vários convidados à mistura, o sol já tinha sido substituído por uma lua que ia aparecendo aos poucos num céu que ao longo da noite ia começando a preparar algumas surpresas.

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Seguiu-se Moleza, vindos de Vila Real, com músicas originais cantadas em Português e vários momentos em que a guitarra demonstrou estar extremamente afinada e preparada para agarrar qualquer pessoa que tivesse os ouvidos focados nos sons que ecoavam pelo rio Rabaçal.
A banda com um público muito mais bem composto, mas ainda assim sentado em frente ao palco, foram tocando algumas músicas que merecem grande destaque num não muito longínquo futuro, e não deixou de haver um momento particularmente engraçado, pois uma senhora pediu para que uma matricula de um carro fosse dita ao microfone, pois estava a impedir a passagem de outros. E a verdade é que o carro era do baterista da banda, e o mesmo teve de ser tirado, mas por um amigo que ali se encontrava. Um momento diferente que dava um pouco do cheirinho do que iria ser o próximo concerto.

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Com o público a começar a sentir que viria ai o melhor concerto da noite, começamos a ver os três oriundos de Barcelos a demonstrar o que é verdadeiramente partir a casa toda, embora muitas das vezes a qualidade do som não fosse a melhor, eram os Killimanjaro.
Com um público que parecia ter acordado naquele momento, conseguiram-se ver vários momento em que Hugo Picamilho, Vocalista e guitarrista dos PadariaGanG, se atirou, literalmente, para uma espécie de Crowdsurfing, num concerto que contou com vários momentos de loucura por parte de um grupo que não parava de sentir a música até à última corda e última nota.
Com algumas idas ao rio e algumas grandes quedas no meio da terra que ainda se encontrava seca, o público conseguiu tornar este concerto, numa espécie de momento para recordar na memória de muitos dos presentes.
Com vários pedidos no final do concerto para mais algumas músicas, Killimanjaro não quiseram deixar mal os presentes e tocaram mais alguns originais e conseguiram demonstrar porque é que são das novas grandes bandas Portuguesas.

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Depois de um concerto diferente, pelo menos por parte do público, seguiram-se os Consequence, vindos de Vila Real, com um Death Metal Progressivo a demonstrar o que se faz por estas bandas no que toca a tons mais pesados.
Com vários momentos em que os Opeth se sentiam bem vincados tanto na guitarra de um dos guitarristas, como em algumas das músicas, os Consequence conseguiram aproximar algum do público do palco para sentir algo um pouco mais pesado.
Um bom final de noite onde muitos já começavam a ficar um pouco cansados e a aguardar pelos Serrabulho...

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A verdade é que a chuva não deixou, e os Serrabulho acabaram por não atuar no palco do VFR. Pois com alguns chuviscos a estragar o final da noite, a banda que era um dos cabeças de cartaz não pode tornar o final de noite ainda mais animado e cheio de momentos que poderiam vir a ser de verdadeiramente extremos. Pelo menos ficamos com o som dos sapos que se faziam ouvir.

Depois de um dia que tinha tido de tudo um pouco, era hora de ir embora que já se fazia tarde, mas não foi assim tão fácil, pois com um carro parado no meio da estrada, pode-se ver pela primeira vez uma fila de trânsito no sítio mais improvável. Mas depois de algumas conversas e discussões o carro foi desviado e deu-se mais um momento improvável numa noite que não deixava de surpreender. Não é que uma 4L decidiu dirigir-se para a valeta e ficar lá pressa. Mais um momento em que pudemos ver, tanto Killimanjaro como Serrabulho a tentar ajudar na tentativa, conseguida, de tirar o pequeno e leve carro de uma possível desgraça. Pelo menos conseguia-se ouvir um pouco do DJ SET de EDDI Weather a animar um pouco o ambiente.

A verdade é que quanto mais escuro ficava, mais as coisas pareciam que tendiam a se tornar cada vez mais estranhas.
Agora, ficamos à espera de mais um bocado de Vinho, Folar e muito Rock'n Roll!

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