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Um Ao Molhe - Festa de Encerramento @ Passos Manuel - Porto [29Mai2015] Texto + Fotos

31 de Maio, 2015 ReportagensFreitas

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Serralves em Festa 2015

Lau Nau @ Canhoto - Porto [27Mai2015] Foto-reportagem
um ao molhe passos manuel

O Um Ao Molhe teve a sua última data no Passos Manuel, Porto, numa festa de encerramento do festival itinerante, depois de várias paragens por todo o país. Com os primeiros concertos a começarem um pouco atrasados, Dawn:Bird esteve no início da noite em forma de abertura, tocando as primeiras músicas no auditório portuense.

Depois de um primeiro concerto num espaço dedicado a um grupo muito restrito, Coelho Radioativo abriu o auditório para mostrar alguns arranjos a solo com a ajuda de vários loops. Foram ouvidos vários temas de uma forma um pouco diferente do normal, recebidos pelas poucas pessoas que se iam espalhando pelas cadeiras do auditório escuro do espaço portuense.

Com o tempo a escassear, Coelho Radioativo passou a estafeta para Captain Boy, de novo no espaço diminuto. Este dedicou o concerto ao grupo bastante restrito de pessoas que conseguiram entrar no pequenino compartimento, ou simplesmente àquelas que ficaram na parte de fora a ouvir, na madeira gasta do Passos Manuel, as batidas do “Rapaz Capitão”, que ecoavam pelo bar e pelo auditório.

Quando Captain Boy tocou os últimos acordes, The Missing Link, na cave, começou os primeiros sons mais electrónicos, com algumas vozes cheias de efeitos que se iam também espalhando no andar superior.

Blac Koyote foi o artista que se seguiu no auditório, com um som mais denso e com a ajuda muito bem sucedida da projeção de várias gravações antigas de locais nacionais. Concedeu um bom momento de reflexão para todos os que decidiram entrar no auditório.

Depois de estarmos sentados a sentir os sons penetrantes de Blac Koyote, fomos levados ao bar para ouvir Amador com uma guitarra, um molhe de efeitos, um telemóvel e um micro a suportar um grande momento de música com vários grandes pormenores. Num outro molde, com uma banda a acompanhar, poderia estar ali um projeto para tomar bastante atenção no futuro.

Com as horas a começarem a passar a correr, apareceu Jacketx, já comparecido no Cosmic Mess. Este demonstrou que continua a evoluir com vários novos sons e que pode vir a ter bastante força com algumas partes electrónicas, que encaixam na perfeição com a guitarra de Francisco Lima. No final da noite, apareceu o projeto Lasers, que mostrou que o que Blac Koyote já tinha feito poderia ser levado a um outro nível mais escuro e mais poderoso. Também com a ajuda de várias projeções em 3D e cheio de batidas que ecoavam no interior de todos os que estavam sentados nas cadeiras do auditório do Passos Manuel. Terminada a actuação, ofereceu um bom momento para um final de noite, onde o corpo começava cada vez a ficar mais pesado.

Quando Twisted Freak começou a espalhar música na cave com sons mais leves e com uma electrónica mais eletrizante, toda a força sonora que nos tinham atirado para os ouvidos desvaneceu, o que nos fez pensar se não teria sido boa ideia ter colocado este projeto mais ao início da noite.

Daily Misconceptions encerrou a primeira edição deste festival itinerante que, passado de forma rápida, demonstrou que as one-man-bands continuam a estar espalhadas por todos os recantos deste nosso pequeno país. Para o ano esperemos que haja mais projetos, mas também mais visibilidade para as pessoas que têm pouca noção desta ideia, que tão bem veio fazer à música portuguesa.

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