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José González – Vestiges & Claws

Review
José González Vestiges & Claws | 2015
Joao Rodrigues 09 de Março, 2015
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Se fossemos resumir em muito poucas palavras José González talvez disséssemos que é sueco, com raízes argentinas e que canta em inglês. Quando se conhece a sua origem e as suas raízes podia-se pensar que a sua música é uma grande salgalhada, mas está muito longe disso. É verdade que se notam, aqui e ali, influências um pouco de todo o lado mas, quando tudo se junta, funciona muito bem Quando se pensa na música de José Gonzalez pensa-se em Folk. Uma Folk onde a voz sem grandes variações e a guitarra bem dedilhada são os elementos principais. É isso que Vestiges & Claws nos traz. É verdade que a percussão, muitas vezes criada pelo próprio enquanto toca guitarra e outros elementos podem ser notados ao longo do álbum mas sempre como figuras de segundo plano.

Vestiges & Claws começa e acaba da mesma maneira: com a voz calma de González e a magia da sua guitarra. "With the Ink of a Ghost", música que abre o álbum e "Open Book", música que o fecha, são José Gonzalez no seu estado mais puro. "Let It Carry You", "Stories We Build", "Stories We Tell" e "Leaf Off / The Cave" mostram-nos uma Folk mais mexida, quase dançável, sendo que, pelo meio, a acalmia volta com "The Forest". "Every Age", mais do que uma música é uma lição. Uma lição de como viver, com a frase “Make the best of this short lived stay” a refletir isso mesmo.

Segue-se "What Will" que, no que diz respeito ao ritmo, volta a uma Folk mais acelerada mas que na sua letra reflete o mundo que nos rodeia. A guitarra e um assobio quase hipnótico é o que "Vissel" nos dá, onde parece que somos embalados e convidados a imaginar e a inventar histórias na nossa cabeça. Pelo ritmo e pela forma arrastada de cantar, "Afterglow" mostra-nos um lado quase tribal de José Gonzalez. Uma música que, embora não perdendo nada do que é a folk do músico sueco, nota-se, aqui e ali, uns toques de africanidade.

Se é verdade que este último álbum de José Gonzalez é um pouco monótono e sem grandes variações, também é verdade que é essa simplicidade que faz dele interessante. Vestiges & Claws não é um álbum para ouvir sempre mas é um álbum para manter guardado porque, no momento certo, ele vai “saber” muito bem.
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