15
SAB
16
DOM
17
SEG
18
TER
19
QUA
20
QUI
21
SEX
22
SAB
23
DOM
24
SEG
25
TER
26
QUA
27
QUI
28
SEX
29
SAB
30
DOM
31
SEG
1
DOM
2
SEG
3
TER
4
QUA
5
QUI
6
SEX
7
SAB
8
DOM
9
SEG
10
TER
11
QUA
12
QUI
13
SEX
14
SAB
15
DOM

The Poppers – Lucifer

Review
The Poppers Lucifer | 2017
Hugo Fresta 30 de Março, 2017
Partilhar no Facebook Partilhar no Google+ Partilhar no Twitter Partilhar no Tumblr

King Woman - Created In The Image Of Suffering

Overkill - The Grinding Wheel


 

Os The Poppers não são desconhecidos para quem tem acompanhado a cena rock n’ roll portuguesa dos últimos anos. Além de possuírem uma sonoridade bastante própria, o seu estilo sai enriquecido devido à multiplicidade de experiências que os membros da banda possuem devido ao facto de fazerem também parte de outros projetos (Keep Razors Sharp e Born a Lion à cabeça).

O terceiro álbum dos The Poppers, intitulado Lucifer, surge após um longo período de espera. A banda tinha-se proposto a gravar o sucessor de Up With Lust  (2010) em Londres, com recurso a uma campanha de crowdfunding e, efetivamente, levou essa gravação até ao fim. No entanto, Luís “Rai” Raimundo, frontman da banda, admitiu recentemente em entrevista à BLITZ que “o disco esteve realmente pronto e gravado, mas não me identifiquei com ele”. Lucifer é um produto da consequente reflexão interna e alterações que foram acontecendo na banda, como por exemplo a chegada do novo baixista Bruno Cantanhede (Kid Richards).

Este novo álbum é uma lição de rock n’ roll bem dada e nele encontramos temas que conseguem chegar a várias vertentes do género e aos mais diversos estados de espírito. Viajamos desde o rock mais elaborado ao mais cru, do mais clean ao mais fuzz. Pegue-se por exemplo no tema “Peyote”, conseguimos ver a facilidade da banda em tornar o complexo bastante simples, ouvir cada nota que se sobrepõe ao riff inicial, sempre acompanhados pela coesão oferecida pelo baixo e ritmo certeiro da bateria. Mas para termos completa noção da amplitude de sons de Lucifer basta confrontar “In The Morning” com “Modern Wasteland”, ou “Like Dust” com “Time Aims”, notamos a facilidade que os The Poppers possuem de se reconfigurar para transmitir os seus diferentes pensamentos e pontos de vista.

Produzido por Paulo Furtado (Legendary Tigerman) e com participações de Filipe Costa (teclados) e Ian Ottoway (voz e texto em “Modern Wasteland”), Lucifer conta com nove temas e uma versão (“Teenage Kicks” dos Undertones).

Lucifer é uma verdadeira celebração do rock no seu estado mais puro e, sendo legitimamente a magnum opus dos The Poppers, será uma surpresa desagradável se não surgir nas listas dos melhores álbuns de 2017.
por
em Reviews

The Poppers – Lucifer
Queres receber novidades?
Comentários
http://www.MOTORdoctor.PT
Contactos
WAV | 2018
Facebook WAV Twitter WAV Youtube WAV Flickr WAV RSS WAV
Queres receber novidades?