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Sonic Blast 2022: Antevisão

02 de Agosto, 2022 ArtigosWav

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Sem dúvida nenhuma um dos festivais que mais se aguardam ansiosamente, será o retorno à nova terra prometida do Sonic Blast. A celebração da décima edição do festival terá um novo local e um cartaz ainda de maior luxo. O ponto de encontro será na Praia da Duna do Caldeirão, mesmo à beira de Vila Praia de Âncora - apenas um par de quilómetros do local original, e muito mais próximo de um centro com capacidade e vontade de receber enchentes e enchentes que quer aproveitar ao máximo o que o local tem para oferecer.

Pouco tempo depois da chegada da divisão de dias, chegaram também os horários e distribuição por palcos, notando-se uma ligeira mudança de esquemas no universo do Sonic Blast. Em edições anteriores eram os concertos da piscina que reinavam à tarde, posteriormente passando o testemunho ao palco principal. Mas neste novo local não há piscina, infelizmente, e este ano com a introdução de um segundo palco principal, estes passarão a intercalar, não só matando tempos mortos entre changeovers no palco como combatendo a inércia de passar várias horas num só local. Haverá também direito a um terceiro palco para o arranque e o fecho do festival para atuações de grau mais reduzido mas de igual intensidade. Os ingredientes estão lá todos para uma festa imperdível.

O dia zero será dedicado à receção da nova multidão a Vila Praia de Âncora e será certamente o dia mais trabalhoso para os viajantes com tendas e campismos para instalar - e certamente não haverá nada melhor que a descompressão nas horas da madrugada e com música da boa. A acompanhar os portugueses Shima e Misleading estarão os neerlandeses Temple Fang, força da natureza imperdível, e os belgas Toxic Shock para avacalhar com tudo e todos.

No primeiro dia completo do festival, a abertura das hostes estará a cargo dos regionais Pledge, merecido retorno desde a memorável performance no dia zero da edição de 2018, com continuidade portuguesa para os Madmess já no palco 2. A invasão internacional dar-se-á com uma diversidade sonora absurda, brindando-se o retorno dos The Devil and The Almighty Blues, bem como a estreia dos Slift, King Buffalo, Slomosa, as lendas do psyche rock do Zambia W.I.T.C.H. (We Intend To Cause Havoc) e os star-studded Stöner, conjunto composto por Brant Bjork e Nick Oliveri que trará a vibe de Kyuss ao festival. À semelhança de como começou, também o dia acabará com lusos ao comando, com o palco 2 entregue aos bracarenses Travo e o palco 3 encerrado com os Cobrafuma.

Os dois últimos dias prometem exaustão, no melhor sentido possível, sem qualquer carência de motivos para se circular entre palcos. Tanto com atuações menos conhecidas (ainda), como com muita entrega à loucura dos nomes lendários. Regressos haverá a montes, quer com os nomes mais sonantes de 1000Mods, Orange Goblin, Pentagram, My Sleeping Karma ou Kaleidobolt, quer com os mais underground de Conan, Bala ou The Black Wizards. Quanto às estreias, tanto com nomes mais distantes do nível de reconhecimento consensual acima disposto, bem como com grupos mais amplos e de maior dimensão internacional, estarão à disposição da cobiçada exploração os raros Witch, o poderio enérgico dos Weedeater, a intensidade dos britânicos Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs, bem como Green Lung, Mdou Moctar do Níger e os dinamarqueses Mythic Sunship. Destaque também para a estreia de El Perro, um novo projeto de Parker Griggs, frontman dos Radio Moscow e para o garage rock dos Meatbodies. As hostes dos dois últimos dias serão devidamente encerradas com The Goners e The Deathchant no dia 12 e El Altar Del Holocausto e Mr. Miyagi no dia 13. O resto é conversa.

Por fim, deixamos também uma playlist com as nossas maiores apostas entre os nomes menos conhecidos. Venha daí esta nova etapa do Sonic Blast!


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