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[Entrevista] JUBA

14 de Junho, 2014 EntrevistasDiogo Alexandre

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[Entrevista] Nick Allport

Entrevista com Frankie Chavez
juba - Cópia

Após um concerto no Musicbox Lisboa, decidimos entrevistar os JUBA, banda de Cascais constituída por: Tomás Frias (vocalista e baixista), Joel Lucas (guitarrista e teclista ''de vez em quando''), Miguel Marinho (guitarrista) e João Isaac (baterista).

 

WAV: Porquê JUBA?

JL: Não tem uma grande história, nós queríamos um nome que tivesse quatro letras, porque nós somos quatro elementos, e na altura eu andei a ver nomes na internet e estava a ver capitais de países e encontrei Juba que é a capital do Sudão do Sul, comentei com eles e eles gostarem. Basicamente é isso não tem grande ciência... (risos)

 

WAV: Então já que estamos numa de nomes, expliquem-nos lá o porquê do título do album ser Mynah, o que significa?

JL: Mynah é tipo um pássaro, um estorninho oriental que.... (Shella entra na sala)

TF: O Shella vai aí mandar os bitaites.

JL para Shella: Queres responder por nós? Tambem podes.

Shella: Ao quê?

JL: A Perguntas.

TF: Porque é que o nosso album se chama Mynah?

Shella: Minar?? (Risos)

JL: Não, Mynah.

Shella: Por causa de uma rapariga!

JI: Não.

JL: Não, não, é verdade, é verdade, é.

TF: Sim, agora passou a ser isso.

JL: É assim, o Isaac foi à Tailândia e envolveu-se com uma aborígene chamada Mynah.

Shella: Uma aborígene??

MM: Uma aborígene na Tailândia?? (Risos)

JL: Sim, daquelas mesmo orientais.

 

WAV: Qual é que é a vossa fórmula enquanto tocam música? Enquadram-se em algum género? Quais são as vossas influências?

TF: Não temos assim grande definição, nem gostamos de catalogar as coisas, Bossa-Nova, Rock, Jazz, Pimba... tudo um pouco. (risos)

JL: E agora a Ana Malhoa.

TF: Sim, a Ana Malhoa agora com o novo single o ''Turbinada'' foi uma das inspirações para a nova malha que estamos a fazer.

Wav: E como é que se chama a nova malha?

TF: Ahhh, isso agora já não te posso adiantar.

MM: Aliás a nossa próxima tour vai se chamar ''Tour Minada''. (Risos)

TF: Mas é isso, nós basicamente ouvimos um bocado de tudo, somos influenciados com todo o tipo de música.

JL: Nós quando estamos no processo criativo não pensamos muito naquilo que queremos fazer, cada vai ouvindo as suas cenas em casa e depois nós funcionamos com ideias que alguns trazem de casa, mas o nosso processo é mais Jam, de andar a tocar nos ensaios e depois se sair fixe sai.

 

WAV: A primeira vez que o grande público teve conhecimento da vossa existência foi em 2012 no concerto do Red Bull Tour Bus. O que é mudou desde essa altura?

ML: Nada. (risos)

JI: O Tour Bus foi o nosso segundo concerto e a partir daí tem havido um certo tipo de evolução, da maneira que o nosso concerto agora tambem está um bocado diferente, as músicas, por acaso, são as mesmas do início, com algumas modificações, mas pronto, é isto.

 

WAV: Qual foi a vossa melhor experiência em termos de concertos dados até agora, aquela que vocês curtiram mesmo mais?

JL: Foi Mexefest (praticamente em uníssono com os restantes membros da banda), foi o primeiro concerto após termos lançado o álbum, uma sala grande num festival fixe, já lá tinhamos estado no ano anterior mas noutras condições, através do concurso, foi fixe. O som estava óptimo as pessoas parece que curtiram, sala estava bem composta. Não estávamos à espera que sala tivesse tão bem composta.

 

WAV: Quais são as vossas principais referências no actual panorama musical português?

TF: Ana Malhoa!

JL: Sim, a Ana Malhoa, tenho ouvido agora o Bruno Pernadas, o álbum está muito fixe.

JI: Além do Bruno Pernadas tambem tenho ouvido bastante o de PAUS, que saíu há pouco tempo, está fixe, está diferente.

TF: E a Sequin.

 

WAV: Vocês são fãs do trabalho do Steven Spielberg? (dirigida ao baterista, pois este envergava uma camisola do Jaws)

JI: Porquê eu??

JL: Então tás mandar o Jaws, pah!

JI: Então estou a mandar o Jaws, mas é porque pah... pois.

JL: Porque???...

MM: Conta a história!

JI: Não conto a história. Já não vejo o filme há muito tempo... há trabalhos do Spielberg que gosto, outros que não...

JL: Como é que ele morre? Como é que o tubarão morre??

JI: Naquela altura o efeitos especiais eram um bocadinho maus...

TF: Aquilo era um tubarão!?? (Risos)

 

WAV: Já que estamos numa de cinema, recomendem aí filmes que vocês tenham gostado muito, ultimamente.

JL: No outro dia vi o Budapest (Grand Budapest Hotel), que tambem não está nada na moda o Wes Anderson, mas é fixe, é um filme bacano.

TF: O Homem-Aranha 2...

JL: O FANTÁSTICO Homem-Aranha 2! Recentemente, vi também um filme Espanhol chamado Time Crimes, mas é fixe, é tipo Thriller... foi o mais recente que eu vi para além de Game Of Thrones.

 

WAV: Espectativas para o futuro?

JL: Estamos agora numa fase de compor novas coisas e tentar lançar um registo no futuro, um E.P. ou um álbum, e depois é tocar, tocar em festivais grandes, sabemos que um bocadinho difícil de lá chegar sendo uma banda que não tem muitos apoios de ninguém, mas vamos-nos safando.

 

WAV: Querem deixar alguma mensagem às bandas novas que andam por aí?

JL: Bandas, continuem a fazer música e caguem se alguem vos diz que não é bom, o que interessa é o feeling.

TF: E a paixão, para mim é a paixão, eu só faço isto por paixão...

 
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