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"Estou muito entusiasmado em levar a minha música para a Europa, não somos tão "chill" como em estúdio." Magic Castles em entrevista

20 de Abril, 2015 EntrevistasJoana Brites

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O Quarto Fantasma em Entrevista

"Nunca fomos atrás do rótulo do psicadélico" • Keep Razors Sharp em entrevista
15859 - Cópia

O Reverence Valada já tem bastantes nomes confirmados para a sua 2ª edição, entre eles os Magic Castles, banda que já conta com 10 anos de vida e vários membros diferentes ao longo desta. Estivemos à conversa com Jason Edmunds, mentor e membro fundador da banda, ele que é o motor de todo o projeto. Revelou que para além de estar super entusiasmado para ver ao vivo os Amen Dull II, os Magic Castles vêm com disco novo no bolso, preparado para sair mesmo a tempo do festival.

 
Antes de mais, quem são os Magic Castles?

Bem, como tantas outras bandas, com o passar dos anos, a formação da banda mudou uma data de vezes. A banda que levo para a Europa conta com o Scott Weller na bateria, Jeremiah Doering e Sarah Nienaber nas guitarras, Sarah Rose no baixo e a Mara Appel DesLauriers no Farfisa. E eu também vou estar lá, claro.

 
Este ano estão a celebrar uma década de carreira! Como tem sido?

Já passou assim tanto tempo?! O projeto The Magic Castles começou por ser uma experiência muito privada. Ficava acordado até altas horas da noite a gravar músicas num cantinho do meu quarto. Depois fui tocando as músicas para um amigo e ele insistiu em formar uma banda. Ele acabou por ser o baterista no nosso primeiro álbum (Lore of Mysticore, 2008). Nem sequer era baterista, só que ele sentia mesmo as músicas. Aquilo era algo que mexia com ele e tudo isto é culpa dele. E desde esses tempos que já tive experiências brutais e incríveis mas também momentos bastante difíceis. Uma loucura. Decidi que tinha apenas de ir em frente, apesar do que poderia acontecer. As músicas parece que têm uma vida própria! E às vezes parece que são as musicas que tocam a banda, eu nem sei bem de onde é que as músicas aparecem.

 
E o que acham do vosso público? Ainda é muito específico ou nem por isso?

Acho que o nosso público está cada vez maior e mais diversificado. Tem uma sido lenta e concisa a escalada. Mas espero ter um público que viaje comigo entre diferentes paisagens sonoras. A maioria do público procura, tal como eu, um seguimento do som numa linha mais original daquilo que o psicadélico é. A maioria do pessoal quer sair mentalmente dali durante um bocado, eu percebo isso. E estou muito entusiasmado em levar a minha música para a Europa. Nós construímos um "set" ao vivo bastante bom, e não somos tão "chill" como somos em estúdio.

 
Vocês tiveram a sorte de gravar um split com os Brian Jonestown Massacre, foi algo que influenciou o progresso da banda?

Não chamaria sorte. Um dia tive a ideia de fazer um split para o Record Store Day com uma das bandas na editora do Aton Newcombe's, a "A" Records, e falei com o Stuart, o manager da editora. Pensei que isso fosse bom para promover as bandas da editora. Não pedi nem esperava fazer o split com os BJM. Quando descobri, escolhi duas músicas que pensei que ficassem bem no que quer que fosse que saísse dali. Não fazia ideia se o público ia gostar ou não das minhas músicas ou se aquilo ia ficar bem tudo junto. Mas no fim, foi bom fazer parte da cena do Record Store Day, e afinal, correu bem.

 
O Sky Sounds foi lançado em Novembro de 2014 [Vê aqui a nossa review], como tem sido a receção por parte do público?

O disco foi bem recebido, teve boas críticas e devo muito ao Neil Weir, que gravou o disco na Old Blackberry Way Studio e à Emily Utne que fez o Artwork.

 
O que sentiram por terem sido uma das primeiras confirmações para a segunda edição do Reverence Valada?

Fiquei extremamente entusiasmado por fazer parte do festival!! O cartaz está brutal e ainda estou estupefacto por ir ver os Amon Duul II !!!

 
Vocês normalmente acampam nos festivais ou ficam em hotéis? No passado houve pessoal a distribuir LP's pelo parque de campismo, planeiam em fazer o mesmo?

Bem, de certeza que aquilo é uma selva! O ambiente parece ser mesmo fantástico e porreiro. Vamos ver o que fazer... (risos)

 
Em relação às vossas influências, o que é que vos faz mexer?

Musicalmente, sou influenciado por artistas que quebram as barreiras que consideramos "seguras". Gosto bastante de música experimental e tambem gosto muito de acid folk. Acho que isso é um bocadinho refletido nos Magic Castles. Sou um grande fã de musica. Os últimos 3 albuns que comprei foram o Xiao dos Wooden Wand and the Vanishing Voice, o Folk Scene de The Tower Recordings e First Utterance dos Comus.

 
Devemo-nos preparar para um novo álbum?

Sim, estou a acabar um novo álbum agora, deve sair a tempo do Reverence Valada. Segue uma narrativa de uma história de amor e é também acerca de como a lua é oca.

 
O que é que este álbum trará de diferente do anterior?

Depois do Sky Sounds ser gravado, dois membros da banda foram embora. Por isso, naturalmente isso mudou o seguimento do que tínhamos em estúdio. Felizmente, já tinha decido não tentar fazer uma espécie de Sky Sounds Part 2. Tenho de manter as coisas progressivas e frescas. Consegui produzir umas ideias que já tinha neste álbum, era algo que queria experimentar já há algum tempo.

 
Última mensagem para ao fãs.

Espero ver-vos todos em Valada! Até lá, fiquem bem! Obrigado por tudo

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