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Chaves Underground 2014

23 de Setembro, 2014 ReportagensElisa Martins

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Chaves Underground

Heat + Stone Dead @ Hard Club [19Set2014]

Reverence Festival Valada 2014 - Fotogalerias
chaves underground

Começava assim uma noite que prometia trazer de volta à noite flaviense os bons velhos tempos em que se realizavam concertos de metal assiduamente nesta região. À medida que nos aproximávamos do local, conseguíamos ouvir os primeiros riffs da banda que viria a abrir o festival, os Damage My God.
No exterior do edifício encontravam-se membros da organização, assim como alguns interessados que se encontravam sentados à espera do grande momento de abertura das portas.

Para fazer justiça ao nome do evento (Chaves Underground), à medida que descíamos as escadas dava para perceber que nos situávamos dentro das caves do edifício que se encontrava por cima de nós, o que, apesar do tamanho considerável do espaço, proporcionava um ambiente acolhedor.

Com as primeiras notas de Damage My God, os portuenses demonstraram claramente que estavam sem vergonhas, com o seu death metal bem sonante, não se sentindo intimidados com o facto de ainda se encontrar um pequeno número de pessoas no local. Estando sempre em grande interação com o público, como é característico neste tipo de bandas, tivemos direito a ouvir temas originais do EP Psychotic Truth, assim como um cover dos Bloodbath, banda com ex integrantes de Opeth e Katatonia.

De seguida foi a vez dos nossos vizinhos espanhóis Acid Proyect mostrarem o que de melhor se faz nas terras de nuestros hermanos. Com um metal alternativo, a banda originaria de Ourense fazia a sua primeira estreia fora de Espanha e mostraram-se bastante felizes com a receptividade do público ali presente. Apesar do seu baterista se encontrar doente, conseguiram apresentar grandes temas originais do seu CD Where´s your God now? e até um cover de Alice in Chains.

Coube aos Skinning encerrar o primeiro dia do Chaves Underground. A banda oriunda de Guimarães, que apesar de ser constituída por três elementos, não podemos subestimar a força do seu death metal duro e de extrema qualidade. Já de madrugada, proporcionaram aos espectadores mais resistentes temas como Cerebral Mutilation com o vocalista Vítor Lopes a incentivar o público e a proporcionar momentos de boa música, mostrando-nos realmente o porque de continuar a assistir a um grande concerto.


 
Ao inicio do dia 2 esperava-se um cartaz mais distinto, no entanto não menos bom ou menos memorável. À medida que nos aproximávamos, reparávamos que se encontravam menos pessoas que no dia anterior, no entanto isso viria a mudar.

Ao som da banda de Vila Real, Consequence, a sala começou a encher através do seu death metal progressivo, que pôs as pessoas que lá estavam coladas à sua actuação e às suas batidas por vezes imprevisíveis, no bom sentido. Aliados a uma grande simpatia, envolveram toda a plateia numa aura contagiante e criaram só memórias positivas de um concerto marcante.

De seguida coube aos flavienses Indigo mostrarem o que se fazia de bom nesta região, com o seu metal alternativo mostraram que se pode fazer bom metal com instrumentos pouco convencionais neste género, como o saxofone, que apesar de poder soar estranho para alguns, consegue encaixar de tal maneira que as suas música soem por vezes a uma banda Sonora de um filme de ação.

Para encerrar o festival coube aos Serrabulho as honras. Ao som de temas bastante originais e divertidos como é característico da sua sonoridade, atraíram um número bastante considerável de pessoas para escutarem o seu happy grind e para se aventurarem no mosh da sua Rave Party que cada vez nos vêm mais a habituar. Ao som de temas do seu álbum de estreia Ass Troubles, conseguiram transmitir diversão e proporcionar um momento bem passado.

Terminado assim o festival, foi altura de um pequeno after onde se ouviu um pouco de dubstep à medida que as bandas arrumavam os seus instrumentos e o restante material, de seguida seguiu-se uma noite passada perto das míticas ruelas flavienses onde a festa se prolongou pela noite dentro com animação e boa disposição com um bom copo de cerveja.



 
por
em Reportagens
fotografia Freitas


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