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Gazelle Twin + Atillla @ Maus Hábitos - Porto [29Abr2015] Texto + Fotos

02 de Maio, 2015 ReportagensSara Dias

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Indouro Fest - Dia 1 [2Mai2015] Texto + Fotos

The Legendary Tigerman • Showcase Curtas Vila do Conde / Jameson Urban Soul Lisboa
gazelle

Há quem diga que o Maus Hábitos é um dos melhores bares do Porto. Discordo. O Maus Hábitos é muito mais que um bar, é uma casa que acolhe a arte e a cultura, e acima de tudo, na minha opinião, é uma das melhores salas de concertos da invicta. É a casa das maiores promessas a nível nacional, mas também de artistas com maior projeção quer a nível nacional, quer internacional. Neste espaço tenho das melhores memórias e dos melhores concertos que já vi: Linda Martini, Filho da Mãe, Jibóia, e até Author & Punisher, entre muitos outros que já foram e que virão. A esta lista acaba de se juntar o mais recente evento em que lá estive, traduzindo por miúdos, Atillla e Gazelle Twin.

A noite começou mal: fiquei presa no elevador, até que alguém decidiu abrir a porta à força. Mas  o pior nem foi isto, foi mesmo ter que subir aquelas escadas todas, até ao 4º andar, é que não tenho nem vida nem pernas para isto! No entanto, a noite rapidamente melhorou, já que se vivia um ambiente fenomenal. E isso acabou por se refletir aquando o inicio do set de Atillla. A sala só ficou composta a meio do concerto, algo que já é quase tradição nos concertos em Portugal onde os artistas de abertura costumam ser ignorados. A setlist incidiu sobre seu último e aclamado álbum, V, lançado em fevereiro deste ano. Miguel Béco de Almeida aliou a sua música introspetiva e dark, a uma sala embrenhada na escuridão sendo que a única luz presente eram os visuals que estavam a ser projetados, onde diferentes padrões dançavam ao ritmo dos corpos ainda adormecidos.

Seguiu-se uma pequena espera e uma pequena pausa em forma de descanso até ao tão aguardado momento em que Gazelle Twin invade o palco. Na bagagem trazia o seu mais recente álbum - sim, o aclamado e considerado álbum do ano pela The Quietus, uma das minhas publicações favoritas  - Unflesh, álbum que tocou na integra, sem abordar qualquer um dos seus álbuns anteriores The Entire City ou Mammal. Aqui a sala já estava bem composta, aproximadamente a três quartos da sua lotação máxima. Já o palco ficou vazio, apenas com uma pequena mesa de lado e um microfone com um set de pedais, para que Elizabeth Bernholz que pudesse movimentar, na sua atípica dança, um exorcismo do corpo.

Os momentos altos traduziram-se em "Premonition", onde Elizabeth se aninhou no chão como se já nem tivesse força para se manter de pé, o seu sofrimento era palpável. E em "Anti Body" e "Belly of the Beast" onde os presentes mergulharam profundamente no transe e na anti-dança dualista. No fim, Gazelle Twin abandonou simplesmente a sala, pelo meio do público, após 45 minutos de concerto. Este é o único e derradeiro defeito que tenho a apontar, foi um concerto demasiado curto e que não abarcou os restantes trabalhos da inglesa. Apesar desta curta duração, Gazelle Twin não desiludiu nem ficou aquém das espectativas: deu um concerto competente e intenso.

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