8
QUA
9
QUI
10
SEX
11
SAB
12
DOM
13
SEG
14
TER
15
QUA
16
QUI
17
SEX
18
SAB
19
DOM
20
SEG
21
TER
22
QUA
23
QUI
24
SEX
25
SAB
26
DOM
27
SEG
28
TER
1
QUA
2
QUI
3
SEX
4
SAB
5
DOM
6
SEG
7
TER
8
QUA

PAUS @ Lux - Lisboa [14Fev2015] Texto + Fotos

18 de Fevereiro, 2015 ReportagensDiogo Alexandre

Partilhar no Facebook Partilhar no Google+ Partilhar no Twitter Partilhar no Tumblr
Lux Frágil

Amon Amarth + Huntress + Savage Messiah @Hard Club - Porto [11Fev2015] Texto + Fotos

Imploding Stars + Davide Lobão @Plano B - Porto [13Fev2015] Texto + Fotos
paus(lux) (25)_DONE

Pouco passava das 23h quando os PAUS subiram ao palco do Lux Frágil. A casa estava cheia para esta primeira data da tour europeia, a boa disposição reinava e a energia também. Sem grandes conversas, “Língua Franca” e “Mudo e Surdo” foram tocadas de seguida, tendo esta última soado bastante diferente da versão original.

“Esta música é dedicada à margem sul, ao hip-hop... e é chamada Carlão” foi que proferiu Joaquim Albergaria antes de se atirar a Clarão, soltando bastantes sorrisos no público. O concerto prosseguiu sempre com o público a trocar palavras com os músicos. Com as primeiras palavras de “Bandeira Branca”, o público que, até então, estava em modo “sardinha enlatada” começa a distanciar-se, devido ao pequeno mosh pit que surgiu bem no meio da sala. “Pontimola” não apaga a chama que se acendeu nos corações dos espectadores e, no final da mesma, ouvimos um fã a gritar: “Toca a Nó!”, ao que Hélio respondeu: “essa fica para depois”. A verdade é que embora os pedidos pela reprodução de “Nó” fossem intermináveis, a mesma não acabou por ser tocada, apesar de ter sido anunciada várias vezes até ao final do espetáculo, deixando os mais desprevenidos sem saber qual era, afinal, a música pedida com tanto fervor.

“Malhão” e “Primeira” acalmam a “raiva” do público para depois tudo enlouquecer ao som de “Corta Vazas”. Viu-se mosh, crowdsurf, muitos saltos, muitos gritos e mãos no ar. Foi sem dúvida uma das músicas mais bem recebidas do novo disco. Seguem-se “Deixa-me Ser”, o derradeiro single da banda, que, tal como aconteceu com “Mudo E Surdo”, soou bastante confusa. Não se entendia o que cada um tocava (sonicamente) ao ponto de nos perdermos na música. Seguiram-se os agradecimentos à Universal, à Arruada e ao Lux Frágil, visto ser a nona vez que a banda toca nessa mesma sala.

“Pelo Pulso” foi guardada para o final, fechando o concerto com chave de ouro! Pedia-se mais. A duração de 1h10min para um concerto dos PAUS soa sempre a pouco, contudo poucas foram as músicas deixadas de fora, mas algumas faziam mesmo falta, como o caso de “Lupiter Deacon” e a tão pedida e esquizofrénica “Nó”.

Aguardemos então por mais um registo discográfico destes siameses, para assim as sets poderem ser mais longas. De referir, também, a paciência que os membros da banda tiveram em assinar os vários discos, setlists e papéis que os fãs levaram para o concerto.

O resto da noite ficou entrega aos DJ Sets desses mesmos PAUS e, mais tarde, aos de Zé Pedro Moura e Rui Vargas.

por
em Reportagens
fotografia Hugo Adelino


PAUS @ Lux - Lisboa [14Fev2015] Texto + Fotos
Queres receber novidades?
Comentários
Contactos
WAV | 2023
Facebook WAV Twitter WAV Youtube WAV Flickr WAV RSS WAV
SSL
Wildcard SSL Certificates
Queres receber novidades?