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Man Without Country - Maximum Entropy

Man Without Country - Maximum Entropy - 2015
Review
Man Without Country Maximum Entropy | 2015
Joao Rodrigues 13 de Fevereiro, 2015
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ATILLLA - V

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Falar dos Man Without Country é falar de uma banda que vai muito para além da eletrônica e do Shoegaze. Este duo Britânico, formado por Ryan James & Tomas Greenhalf, tem em si o dom de fazer músicas que são, além de uma mistura de estilos, uma oferta de boas batidas, bem construídas, ora com ritmos mais lentos, ora com ritmos mais rápidos, que nos fazem ir para onde as canções nos querem levar.

O álbum Maximum entropy é uma boa sequência do trabalho dos Man Without Country. Intenso, sombrio e quase futurista. Se por vezes as batidas e os sintetizadores estão bem presentes e em força, por outras a acalmia e a música, quase ambiental, entram em ação.

"Claymation", primeira música, apresenta aquilo a que o álbum, na sua base, nos propõe: sintetizadores, muita percussão, efeitos nas vozes e guitarras que estão lá, mas que muitas vezes são quase imperceptíveis.

É com "Entropy" que fazemos a grande viagem para o futuro onde logo nos primeiros 30 segundos somos levados para uma dimensão de percussão, sintetizadores e potência quase a roçar o Dubstep.

Se é verdade que o Indie Pop também está sempre presente de alguma maneira neste segundo trabalho da banda do País de Gales, é com "Laws of Motion", que um “cheirinhoPop dos anos 80 entra pelos ouvidos dentro, com a voz de Morgan Kibby (White Sea) a dar-lhe uma envolvência ainda mais eighties. Admito que é uma das minhas preferidas.

"Oil Spill" leva-nos de novo ao início do álbum, no que ao estilo musical diz respeito. Quase como se a passagem pelo muito ligeiro Dubstep e a voz falsete estilo eighties fosse apenas isso, uma passagem. Agora estamos de novo no ponto de partida. E aí nos mantemos em músicas como "Deadsea", "Catfish" e "Virga", fazendo ainda uma viagem ambiental pelo meio com "Loveless Marriage" e uma viagem por uma eletrônica mais introspetiva com "Romanek".

O espirito ambiental e sombrio volta com "Incubation" e "Deliver Us From Evil".

O álbum fecha com uma cover de "Sweet Harmony" dos The Beloved onde se mantêm toda a essência da música original, mas transportada para os dias de hoje. Para os dias de Man Without Country.

É difícil arranjar uma categoria onde Maximum entropy e os próprios Man Without Country se enquadrem. Desde a eletrônica, à Indie Pop, à música ambiental, o duo galês vai vagueando por onde quer e para onde quer. Fica um trabalho para ouvir com uns bons headphones, com o volume alto e para nos deixarmos ir…onde quer que seja.
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