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SUMAC - The Deal

SUMAC - The Deal - 2015
Review
SUMAC The Deal | 2015
José Angélico 23 de Fevereiro, 2015
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All We Are - All We Are

Father John Misty - I Love You, Honeybear
E eis que chegou a estreia dos SUMAC, eles do ex-Ísis e também membro dos Mamiffer e Old Man Gloom, Aaron Turner. Mas também contam com baterista dos Baptists, Nick Yacyshyn e o Russian Circles, Brian Cook, que não faz oficialmente parte da banda, mas que fez nas gravações a parte do baixo. Reunindo-se de pessoal tão qualificado era óbvio que não poderia falhar a fazer o que se esperava deles: misturar o pós-metal que os Ísis sempre fizeram com pitadas de Sludge e Doom. O que acontecia com Isis mantêm-se aqui, mas talvez haja mais experimentação e o drone seja maior e mais arrastado (não tivesse sido o álbum gravado por Mell Dettmer, que trabalha com Sunn O))) e Earth), o que não é propriamente mau.

O álbum, como acontece com bandas deste tipo, não tem muitas canções apesar de não ser propriamente pequeno pois cada uma delas tem vários ambientes e percorre vários caminhos. A excelente “Hollow King”, por exemplo, tem lá dentro 3 canções totalmente díspares entre si. A excepção é “Spectral Gold” um bocado mais curta que as restantes, que é apenas uma pequena apresentação do que irá ser o álbum. “Radiance of Being” é a conclusão e como o amainar depois da tempestade e intensidade que foi o álbum.

Mas todas elas conseguem fazer brilhar qualquer um dos instrumentos que se tocaram nas gravações, incluindo a voz de Aaron Turner, que a grunhir está no ponto até onde eu consigo suportar a ouvir o metal, o que também acontece porque tal como fazia nos Ísis, poucas vezes a deixa soltar.

Para quem gosta deste tipo de música é algo a não perder, embora não tenha algo de verdadeiramente inovador. Mas também não era isso que se estava à espera (eu pelo menos não o estava) e convenhamos que é uma estreia bastante melhor que a que alguns dos ex-companheiros tiveram a acompanhar Chino Moreno nos Palms, não é que fosse mau, mas demasiado Soft para o que se poderia esperar deles. O álbum vale por todo os seu conjunto, mas a destacar alguma canção será a já anteriormente referida, “Hollow King” e também a canção que dá título ao álbum.
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